Superdotação, Asperger (TEA) e Dupla Excepcionalidade por Claudia Hakim

https://www.facebook.com/groups/aspergerteaesuperdotacaoporclaudiahakim/?ref=share

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Pesquisa sugere ligação genética entre doenças mentais e criatividad

Van Gogh foi um dos maiores artistas de todos os tempos e sofria de esquizofrenia (Foto: Creative Commons)
Depois de observar dados genéticos retirados de mais de 150 mil pessoas,pesquisadores descobriram que pessoas com capacidade criativa elevada carregam mais genes ligados a alguma predisposição a doenças mentais - como esquizofrenia ou transtorno bipolar.
Esta não é a primeira vez que é sugerida uma ligação genética entre doenças mentais e criatividade. Muitas das mentes mais brilhantes da humanidade travaram verdadeiras batalhas contra problemas mentais, ajudando a reforçar o estereótipo de "artista louco". Uma série de estudos ao longo das últimas décadas também colaborou para a hipótese. No entanto, a evidência genética era bastante irregular - até agora.
Na nova pesquisa, uma equipe de cientistas da deCODE Genetics, empresa biofarmacêutica islandesa, observou as informações genéticas de 86 mil islandeses. Eles descobriram que os indivíduos que trabalhavam em uma profissão considerada ‘artística’ eram 17% mais propensos a ter alguma variante genética ligada à bipolaridade ou esquizofrenia do que os não-artísticos. A equipe refez a pesquisa na Holanda e na Suécia, e descobriu que, neste subgrupo, os criativos eram quase 25% mais propensos a transportar os genes de transtornos mentais do que os outros cidadãos.
O estudo é válido?
Muitas críticos questionam a autenticidade do estudo. Afinal, os pesquisadores usaram as profissões das pessoas como definição de criatividade, ignorando totalmente a capacidade criativa de indivíduos que não trabalham com arte.
No entanto, o CEO da deCODE genetics, Kari Stefansson, espera que os resultados ajudem a colocar as doenças mentais em um patamar mais positvo. "Para ser criativo, você tem que pensar de forma diferente", disse Stefansson. "E quando nós somos diferentes, nós temos uma tendência a ser rotulado estranho, louco e até mesmo louco".

sábado, 27 de junho de 2015

Cursos online para crianças superdotadas da Universidade de John Hopkins.


CTYOnline


Each year, thousands of students in Pre-K to 12, from more than 60 countries, enroll in CTYOnline, CTY’s unique distance learning program that offers challenging courses throughout the year.

A criança deve ser fluente em inglês, naturalmente. Ou seja, estimulem seus filhos a aprender outras línguas. Isso lhes abrirá novas portas.


Clique neste link e informe-se : 

http://cty.jhu.edu/ctyonline/

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Garoto de 11 anos recebe diploma de faculdade da Califórnia

Tanishq Abraham entrou para grupo de superdotados aos 4 anos.

Seu objetivo é um dia receber o Prêmio Nobel e ser presidente dos EUA.

O estudante Tanishq Abraham tem apenas 11 anos, dois sonhos enormes e muita determinação para chegar lá. Nesta quarta-feira (20), o garoto recebeu seu diploma da American River College, uma faculdade comunitária de Sacramento, cidade americana que fica na Califórnia. Tanishq já fazia aulas lá antes mesmo de conseguir seu diploma do ensino médio, feito que ele conquistou aos 10 anos, em junho de 2014. O objetivo, segundo ele, é um dia receber o Prêmio Nobel de Medicina e ser eleito presidente dos Estados Unidos.

A precocidade de Tanishq não é recente: aos 4 anos, o menino foi aceito na Mensa, entidade que reúne pessoas com QI acima da média mundial, consideradas superdotadas.

Filho mais velho da veterinária Taji Abraham e de um funcionário de uma firma de robótica, Tanishq deixou a escola aos 7 anos e recebeu educação em casa. As aulas de química e biologia eram com a mãe. Cálculo e trigonometria o pré-adolescente aprendeu com o pai. Mas, segundo a mãe afirmou à Reuters, "ele basicamente é autodidata".

A comemoração da graduação do jovem foi regada a bebida sem álcool em um restaurante. Tanishq publicou uma foto no Twitter tirada na festa que fez com a família na quarta, após a cerimônia de colação de grau. Na foto, ele mostra a decoração que fez do seu capelo: uma nave espacial e a frase "ao infinito, e além", citação do personagem Buzz Lightyear na animação "Toy Story".

O estudante conseguiu o diploma do ensino médio tão cedo porque foi aprovado no exame que o governo da Califórnia aplica a estudantes que queiram deixar o ensino médio antes de concluir todos os anos.

À rede de televisão NBC, o porta-voz da American River College confirmou que o estudante foi o mais novo a colar grau neste ano letivo, e que, apesar de a faculdade não ter todos os arquivos para confirmar, supõe-se que ele seja o mais novo da história da instituição a receber o diploma.

No ano passado, quando terminou o ensino médio, Tanishq planejava concluir seus estudos na faculdade comunitária de Sacramento e depois estudar na Universidade da Califórnia no campus de Davis, por causa da proximidade com a cidade em que mora a família.
 No Twitter, Tanishq publicou uma foto na comemoração da colação de grau (Foto: Reprodução/Twitter/iscienceluvr)
No Twitter, Tanishq publicou uma foto na
comemoração da colação de grau
(Foto: Reprodução/Twitter/iscienceluvr)

VENHAM CONHECER O TRABALHO DO INSTITUTO BRASILEIRO DE SUPERDOTAÇÃO DO QUAL SOU SÓCIA FUNDADORA

Instituto Brasileiro de Superdotação e Alterações do Neurodesenvolvimento

CLIQUEM, AQUI, PARA CONHECER O TRABALHO DO INSTITUTO BRASILEIRO DE SUPERDOTAÇÃO E ALTERAÇÕES DO NEURODESENVOLVIMENTO. NOSSO TRABALHO E A NOSSA EQUIPE : 

http://www.institutosdnd.org/wp/

terça-feira, 23 de junho de 2015

Em seu primeiro semestre, estudante resolve equação de 30 anos

Extraído do site : http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/06/em-seu-primeiro-semestre-estudante-resolve-equacao-de-30-anos.html?utm_source=facebook&utm_medium=s

Ufot Ekong cursa Engenharia Elétrica em universidade japonesa.

Estudante atingiu as maiores notas dos últimos anos da instituição.

Ufot Ekong está no primeiro semestre na Universidade de Takai, em Tóquio. (Foto: Reprodução/Likedin)
Ufot Ekong está no primeiro semestre na Universidade de Takai, em Tóquio. (Foto: Reprodução/Likedin)
Um Um estudante nigeriano vem quebrando recordes em sua universidade no Japão. Após atingir as melhores notas registradas pela instituição desde 1965, Ufot Ekong, que ainda está no primeiro semestre, resolveu uma equação matemática que estava há 30 anos sem solução.
Ekong é estudante de Engenharia Elétrica na Universidade de Tokai, em Tóquio, no Japão. Em sua carreira acadêmica, o aluno já ganhou seis prêmios. As informações são do The Independent.
O estudante também fala inglês, francês, japonês e iorubá (um dos idiomas falado na Nigéria) e ganhou um prêmio de língua japonesa para estrangeiros.
Para pagar a faculdade, o aluno já teve que conciliar dois empregos com os estudos. Atualmente, ele trabalha na Nissan e já tem duas patentes de carro em seu nome.
A Universidade de Tokai é uma renomada instituição de ensino superior do Japão. Fundada em 1924, seu maior foco é para as áreas de Ciências e Tecnologia.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

'Un cociente intelectual de 130 no significa nada'

Extraído do site : 

La psicoterapeuta Jeanne Siaud-Facchin durante la entrevista en el...


La psicoterapeuta Jeanne Siaud-Facchin durante la entrevista en el Instituto
 Francés de Madrid. I. F.

Lleva años diagnosticando y tratando los problemas que provoca el exceso de inteligencia en la infancia. Tras pasar por su consulta muchos niños con dificultades por este motivo, se dio cuenta de que sus padres habían tenido los mismos problemas que sus hijos y no sólo eso, sino que décadas después seguían arrastrando un desajuste con su entorno. Por eso, la psicoterapeuta Jeanne Siaud-Facchin, una de las principales expertas en este campo, se decidió a escribir ¿Demasiado inteligente para ser feliz? (Paidós), un libro en el que analiza el día a día de los adultos superdotados, las herramientas para realizar un diagnóstico correcto y algunos trucos para que la inteligencia sea un buen aliado. Autora también de Cómo la meditación cambió mi vida, reconoce que llegó a ésta a la par que trataba a sus pacientes, herramienta que aprovechó para serenar la mente de las personas superdotadas: "su cabeza siempre está activa, del pasado al presente y de este al futuro. Nunca paran. La meditación les viene bien porque les ayuda a parar y a vivir el momento, a serenarse".

¿Cómo es una persona superdotada?

Tienen una personalidad muy paradójica. La estructura cognitiva de las personas superdotadas es muy diferente a la del resto de la población. Cuando reciben un estímulo, en su cerebro se activan muchas neuronas, lo que les genera miles de ideas y una gran dificultad para saber discriminar la información correcta. Es la primera paradoja. Además, la transición de los datos va más rápida que lo que tarda el cerebro en procesarlos. A eso se une que las conexiones entre la parte frontal del cerebro y la zona parietal también van más rápidas. Eso les da una gran potencia de inteligencia, pero también sobreabundancia de información, que les conlleva en la adolescencia una dificultad para organizar y estructurar el pensamiento. Es una fuerza y una fragilidad a la vez. Esta forma de inteligencia contribuye a una gran lucidez sobre lo que pasa en cada momento de la vida, que puede generar además sufrimiento por entender demasiado, por analizar demasiado, e interferir en la capacidad de ser feliz. El segundo aspecto fundamental es el relacionado con la creatividad emocional. Tienen hipersensibilidad, y algo banal se puede convertir en un cataclismo emocional. Las emociones siempre les invaden y esto puede generarles vulnerabilidad y dificultad para conectar con lo que les pasa. También les resulta complicado estar tranquilas y no pensar demasiado en el futuro o en el pasado. Además, tienen una inmensa capacidad de empatía, de sentir lo que sienten los demás. Esto crea una intensidad de vivir que a veces es difícil de llevar, pero también les genera creatividad, talento y fuerza.

Con estos rasgos, ¿en qué trabajo encajan mejor estas personas?

Pueden aplicar su inteligencia y sensibilidad a muchos sectores. Tanto en profesiones muy creativas, como las relacionadas con el arte, pero también pueden volcar su creatividad en empresas, en la ingeniería, etc. Lo importante es que puedan tener un entorno de agilidad y creatividad, porque todo va muy rápido para ellos, y tener la posibilidad de asociar ideas que no se hubieran encontrado de un contexto más lineal y más lógico. Por eso tienen a veces dificultades para adaptarse al mundo profesional, porque hay un desajuste, porque hay dos tempos. Su inteligencia les permite entender las cosas a 360 grados pero no saben cómo explicarlas porque tienen la convicción de que la realidad es como ellos la piensan. Eso hace que tengan una relación difícil con los jefes. No obstante, no siempre todo es rápido para ellas. A veces tienen la necesidad de detenerse en un punto, algo que les parece central mientras que los demás van a pensar que eso es algo anecdótico pero, ellas tratan de llegar siempre al final de las cosas. Esto les puede generar un sentimiento de desajuste, de no estar al mismo nivel que los demás y dificultad de sincronización.

¿Se puede confundir hiperactividad con una personalidad superdotada?

Los dos tienen una gran rapidez en el cerebro. Los hiperactivos van muy rápidos y, si nadie les interrumpe, funcionan. Pero, si se distraen pierden todas sus ideas. En cambio, los superdotados tienen un inmenso mapa donde se pueden apoyar y asociar sus ideas. No es la misma potencia a nivel intelectual. Para saber si una persona es superdotada, no basta con determinar su cociente intelectual (CI). Es como la fiebre en una enfermedad, que no te dice lo que tienes. Lo importante es saber cómo funcionamos, cuáles son los mecanismos que se activaron para producir ese CI, explorar la inteligencia pero también el mundo psicológico y emocional, para poder imbricar ambos aspectos. Se empieza a hablar de superdotados con un CI igual o superior a 130, pero esa cifra no significa nada. Una persona puede dar en un test de inteligencia un nivel más bajo porque sea muy ansiosa, inhibida o depresiva, y aun así ser superdotada. También es posible tener un CI elevado, de 140 por ejemplo, y estar en un modo patológico, como puede ser el caso de algunos autistas, que tienen una inteligencia muy particular. Es un índice que orienta el diagnóstico.

¿Se puede ser niño superdotado y feliz?

Sí, si el entorno se adapta y entiende la particularidad de estos niños. De lo contrario, pueden tener verdaderos problemas en el colegio, porque la escuela funciona de manera muy lineal, con mensajes que tienen que transmitirse de manera muy codificada. Ellos entienden todo a la primera, pero ven como el profesor repite todo varias veces para los demás, y esto les genera agitación y problemas en clase. Además, siempre necesitan comprender más allá, hacer preguntas, etc. Como son muy sensibles y tienen un concepto de la justicia muy elevado, van a discutir con mucha frecuencia con sus profesores por no estar de acuerdo con ciertas decisiones, lo que puede hacer que parezcan impertinentes.

¿Y qué recomendaciones les da a estos niños?

A veces está bien que se salten alguna clase, para que no vayan tan rápido, permitir así hacer funcionar su inteligencia. También les puede venir bien estar con niños mayores , con temas educativos más cercanos para ellos. Pero si todo ese sufrimiento les ha generado ansiedad y problemas, hay que llevarles a un psicoterapeuta para ayudarles, porque a veces tienen una imagen errónea de sí mismos.

¿Cómo son sus relaciones afectivas en la adolescencia?

Suelen comprometerse de forma más seria que el resto de adolescentes, porque el amor y el compromiso, como otras cosas, están sobredimensionados. Y por eso también tienen miedo a sufrir y a decepcionar al otro.

Entonces, ¿se suelen comprometer pronto y para toda la vida?

No, no siempre. Estas personas tienen una sensibilidad extraordinaria que puede dar lugar a consecuencias terribles para aquellas que no están bien. Porque intentarán multiplicar sus aventuras amorosas para seguir con esa intensidad amorosa, aunque ellas lo que buscan (tanto adolescentes como adultos) es el compromiso verdadero y auténtico. Pero muchas veces prefieren no comprometerse en lugar de tener un compromiso a medias. Como me dijo el padre de un paciente hace poco: "en realidad, son inválidos del matiz, del término medio. Es todo o nada".

¿Hay diferencias debidas al género?

En las consultas médicas y psiquiátricas de Francia se ven cinco o seis chicos por cada chica. El motivo no es que ellos tengan más problemas sino que, aunque estemos en el siglo XXI, los padres de familia se preocupan más rápidamente por los chicos que por las chicas. Otra razón es que los problemas de los niños (ansiedad, depresión, o lo que sea) hacen más ruido. Ellos son más activos y atraen más rápido la atención de los profesores y de los padres. En cambio, las niñas intentan hacer lo mejor que pueden las cosas y lo que esperan de ellas, aunque tengan un problema. En los superdotados, vemos lo mismo. Los chicos se vuelven muy reactivos cuando no consiguen expresar lo que son. Las chicas en seguida se cuestionan y, cuando se sienten mal, lo ocultan. Años después, los problemas son mayores en ellas, porque los guardaron para sí mismas durante mucho tiempo. Y aún así, van a intentar adaptarse mientras que los hombres van a desarrollar problemas graves al estar en rebeldía, al intentar imponer su forma de ser.

¿Intentar ocultar esta falta de adaptación puede generar más problemas?

Sí. Depresión, problemas de imagen patológicos, sensación de ser nulo, de no valer, de no tener ningún valor.

¿Hay algún tratamiento farmacológico para estas personas?

No. Porque no están enfermas, ser superdotado no es una patología. Pero si no se desarrollan en un entorno adecuado, sí tendrán sensación de estar en otro plano, de pensar cosas que nadie imaginó, de entender cosas que nadie entendió, sensación de aburrimiento de su trabajo, de su pareja, un sentimiento de soledad enorme... Todo les genera confusión. Pueden estar recibiendo el mensaje de que son demasiado excesivos, demasiado sensibles, que plantean demasiadas preguntas, que van más allá en todo, que no dejan pasar ni una. Esta falta de adaptación crea desajuste, y esto puede llevarles a consultar con un médico. Si éste hace un diagnóstico erróneo, les diagnosticará unas patologías que sí las enfermarán, porque les recetarán pastillas que les harán enfermar.

Tiene que ser complicado vivir con estas personas, ¿no?

Sí. La sociedad tiene una especie de normalidad, del sentido del término medio, y la adaptación social para ellas es difícil a veces. Con frecuencia, la queja de adolescentes y adultos es tener la imprensión de estar a la vez con los demás y estar aislados. Una vez más están en otro nivel, en desajuste.

¿Cuál es la palabra que mejor les define? ¿Intensidad?


Bravo. De hecho, así se denomina a lo que les ocurre: Síndrome de intensidad. Son demasiado intensas.

Meus comentários sobre este artigo que postei :

Publiquei o post, para falar que, apesar de concordar com a grande maioria dele, discordo da parte que ela diz que autistas podem ter um QI de 140 e não são superdotados. Eles TAMBÉM SÃO SUPERDOTADOS, porém o autismo lhes traz algumas dificuldades (a principal é a socialização e a comunicação e as estereotipias). Então, apesar de concordar com muita coisa que ela falou sobre as características emocionais dos Superdotados, eu discordo desta que citei. Ela não considerou a possibilidade do indivíduo ter a dupla excepcionalidade, ou seja, ser superdotado E também ter outra condição além da SD. Mas, a entrevistas traz outras considerações interessantes.

Por outro lado, o fato dela considerar que um QI muito superior, como o de 140, e uma pessoa muito inteligente, nem sempre será somente superdotada e considerou a possibilidade da pessoa ser autista. Também é interessante, pois permite que outros diagnósticos sejam cogitados para explicar determinados comportamentos e abordar o indivíduo com as terapias apropriadas. Isto também é válido. Ou seja, ela não desconsidera que a pessoa tenha um QI muito superior (140 no exemplo citado), considera que ele é super inteligente, mas, levanta uma hipótese diagnóstica diferente para justificar os comportamentos da pessoa. Interessante, também, esta abordagem. O importante é não pecar no diagnóstico e não considerar como sendo somente superdotado os que têm outras condições como autismo, asperger, TDAH, etc. Muitas vezes, os repórteres deturpam o teor da entrevista. Resumem de uma forma que não fica claro. Pode nem ser isto o que ela quis dizer. Analisando , novamente, vi que ficou interessante, assim, tb.

Pode haver um rebaixamento de QI , em casos de muita ansiedade (tAG), depressão , e em casos de necessidades educacionais nao identificadas ainda E nao tratadas. Para se ter uma noção, quando o paciente apresenta um resultado de 120 num Wisc (teste de inteligência) e também apresenta TDAH ele é considerado superdotado. Se não estiver fazendo tratamento, porque com os devidos tratamentos, o seu QI pode aumentar em ate 7/10 pontos (este número varia de especialista pra especialista ). Mas isso não acontece num QI total de de 115 /119 por exemplo. Foi nestes contextos de avaliação que a entrevistada se referiu . E não é o QI dele que vai aumentar, Mas com o tratamento correto o paciente, ao repetir o teste de QI dali a dois anos, pode apresentar um desempenho melhor que resulte num acréscimo de ate 7/10 pontos no resultado do teste de QI.

sábado, 13 de junho de 2015

Estudantes com altas habilidades ou superdotação

Extraído de : http://www.unespciencia.com.br/?p=1879

 KInd vor einer Tafel mit Formeln
O tema Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) tem despertado o interesse de muitos educadores. Afinal, desde a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) de 1996, esse estudante passou a ser considerado público alvo da educação especial!
Mas, você tem estudantes com AH/SD em sua sala? E em sua escola?

Se a resposta for negativa é preciso refletir. Segundo a Organização Mundial de Saúde as AH/SD ocorrem numa proporção de 3 a 5%, e essa proporção pode aumentar se a avaliação for do tipo multimodal e se considerarmos outros tipos de AH/SD além do acadêmico.

Vamos ponderar: se sua escola tiver 600 estudantes, isso significa que pelo menos 12 deles têm AH/SD! É um número interessante não é mesmo?

E como trabalhar com esses estudantes? A nossa legislação estadual paulista e federal preconiza que o atendimento educacional ao estudante com AH/SD deve ser embasado no aprofundamento e enriquecimento curricular.

Para tanto, uma das possibilidades refere–se às Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC), que se trata dos recursos existentes relacionados à internet como o computador, o laptop, o tablet, o smartphone, entre outros.

As TDIC são relevantes para o trabalho com estudantes com AH/SD. Por meio delas é possível planejar estratégias de enriquecimento curricular conforme o tipo de AH/SD que seu estudante apresenta, de acordo com sua área de interesse. Jogos, vídeos, softwares, pesquisas em sites de universidades nacionais ou internacionais, etc.

Imaginemos que você planeje com o seu estudante uma pesquisa num site de uma universidade internacional. Ali ele poderá explorar textos em outra língua, hipertextos que poderão auxiliá-lo a aprofundar temas, pesquisas de acordo com a área de interesse dele… tudo isso além do próprio texto do site!

Outro exemplo: sabemos que a maioria de nossos adolescentes possui smartphone, que tal eles baixarem vídeos de experimentos de laboratórios? E com a sua mediação testar esses experimentos? Essa é somente uma etapa, eles poderão recriar o vídeo, com a sua experiência e compartilhar com seus amigos pelo WhatsApp, podendo atuar ainda como instrutores dos colegas de sala no recurso/experimento utilizado!

As possibilidades de estratégias com as TDIC são inúmeras e você poderá usar a sua criatividade! Mas, o que fazer se você como professor não tem habilidades com as TDIC? É preciso se atualizar e para isso a formação continuada é importante!

Pensando em sua formação, o Núcleo de Educação a Distância da Unesp tem oferecido cursos em diversas áreas. No curso “Especialização na área de Altas Habilidades/Superdotação” nossos cursistas podem aprender mais sobre TDIC na disciplina “Tecnologia da Informação e da Comunicação”; dos autores Dr. Miguel Claudio Moriel Chacon e a doutoranda Ketilin Pedro (ambos da Unesp Marília), onde podem explorar diversos recursos tecnológicos e planejar ações para seu estudante com AH/SD.


Que tal abraçar o desafio da formação continuada?

quinta-feira, 11 de junho de 2015

X Encontro Internacional do CEDET - ASPAT (18 e 19 de Setembro)


5 anos do CEDET-ASPAT de Poços de Caldas 

18 e 19 de Setembro de 2015

Local: OAB Poços de Caldas - Rua Rio Grande do Sul, 375 - Centro.

Tema: CEDET: Focalizando o ritmo de produção mental – Aceleração e Avanço Escolar

Promoção: ASPAT- Poços de Caldas e ASPAT – Lavras

CEDET - de Poços de Caldas e CEDET de Lavras.

CONFERENCISTAS INTERNACIONAIS 

- Dr. Katie McClarty, Ph.D. (Estados Unidos)
Head, Center for College & Career Success Research & Innovation Network – Pearson, University of Texas at Austin.

- Dra Helena Fernandes Serra, (Portugal)
Presidente da APCS; Professora Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti; Presidente da Associação Portuguesa de Dislexia.

- Dr. Edgardo Raúl Pérez (Argentina)
Professor Faculdad de Psicología, Universidad Nacional de Córdoba.

- Dr. Luis Fernando Delboni (Brasil)
Professor Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais campus Poços de Caldas

PAINÉIS, COMUNICAÇÕES ORAIS E EXPOSIÇÃO DE PÔSTERES:

Ao longo do Encontro haverá painéis com voluntários do CEDET, e apresentação dos CEDETs de Poços de Caldas (MG), Lavras (MG), Assis (SP) e São José do Rio Preto (SP).

Eixos Temáticos:

1. Dotação e Talento – Conceituação e princípios.

2. Metodologia CEDET – Caminhos para desenvolver potencial e talento.

3. Identificação de alunos com aptidão e talento específico.

4. Dupla excepcionalidade: dotação e deficiência

5. Posição da universidade sobre formação de profissionais para a área.

6. Famílias com crianças dotadas e talentosas.

7. Envolvimento da comunidade na inclusão dos mais capazes.

8. Inclusão dos alunos mais capazes / prática com alunos dotados e talentosos.

9. Aceleração e avanço escolar ao nível básico.

10. Antecipação de entrada ao nível superior.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: 

http://encontrointernacionalcedet.blogspot.com.br

Telefones: +55 (35) 3715-3047 / +55 (35) 3715-9855


E-mail: 10encontro.aspatcedet@gmail.com

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Filho desobediente tem mais chances de se tornar CEO de empresa, diz estudo


Do UOL, em São Paulo

01/06/201515h48

Aluno que apronta na escola são mais propensos a se tornarem líderes

Aluno que apronta na escola são mais propensos a se tornarem líderes

Segundo um novo estudo da Universidade do Estado do Kansas, nos Estados Unidos, as crianças que dão trabalho para os pais e professores podem surpreendê-los no futuro. É que maioria delas tem o "gene CEO", que os tornam mais propensos a dirigir uma grande empresa na vida adulta.

Os cientistas relataram no estudo, publicado no periódico britânico "The Leadership Quarterly", que uma sequência genética particular está associada com um desejo das crianças de quebrar regras. É a mesma informação genética encontrada em diretores-executivos com perfil de liderança.

Para o estudo, os psicólogos analisaram dados de 13 mil pessoas para descobrir a influência do DAT1, o gene responsável pelo transporte de dopamina para o cérebro. A dopamina é um neurotransmissor que ajuda a controlar as respostas que o cérebro dá em situações de recompensa e prazer.

Eles descobriram que, em crianças, o DAT1 leva a um comportamento desobediente, mas não violento nem criminoso. Esse mesmo gene fornece qualidades de liderança positivas em adultos, que, muitas vezes, são responsáveis por gerir grandes empresas.

Segundo os psicólogos, as pessoas com DAT1 aprendem desde cedo a desafiarem os limites. De acordo com Wendong Li, professor-assistente de ciências psicológicas e autor do estudo, uma criança desobediente tem mais chances de se tornar um líder na vida adulta, pois esse tipo de comportamento permite que ela explore mais os limites e aprenda coisas novas.


Como em todo estudo relacionado à genética, há ressalvas: a presença desse gene pode ter efeitos tanto positivos quanto negativos na hora de desenvolver a liderança, já que ele também pode influenciar um comportamento egoísta e arisco.

O professor diz que os diferentes resultados podem ser influenciados pelo ambiente no qual a criança vive, pois se ela for desobediente, mas tiver pais que a apoiam e a habilidade de trabalhar em grupo, será mais propensa a se tornar líder.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Conferência anual de Superdotação em Denver (EUA) com a participação de profissionais conceituados, de 2015 (Annual SENG Conference)

Resultado de imagem para seng annual conference


Dates and Location: July 24-26, 2015
(note: Pre-conference Continuing Education workshops and a portion of the SMPG training takes place on Thursday, July 23. Conference ends at noon on Sunday.)

Denver Mariott Tech Center
4900 S. Syracuse Street
Denver, Colorado -USA
303-779-1100

We have secured a special room block for all SENG guests for a discounted rate of $109 per night. Click Here to Make Your Reservation Now! Deadline to take advantage of this offer is July 1, 2015, subject to availability.

Conference Fees:
Member Attendee  – Before June 11 = $325.00; After June 11  = $400.00

Non-Member Attendee – Before June 11 = $350.00; After June 11 = $425.00

Speaker Member – $150.00

Speaker Non-Member – $175.00

Online registration ends on July 16, 2015. Walk-ins will be accepted if space is still available.
  
2015 Conference Topics:

Social-Emotional Needs/Overexcitabilities

Gifted Adults/Gifted Elders Initiative

Diversity

Parenting/Families

Counseling

Twice Exceptional

Home School

Outliers Among Outliers

Children and Teen Programs:

This year’s program is very different from any of our previous conference offerings. SENG has teamed up with the University of Denver to bring a unique experience specially suited toward your gifted child’s interests. We are very excited to say that we have reviewed all of the past attendees comments carefully and crafted this newly designed, engaging program for children and teens, ages 5-17.

James T. Webb Scholarship:

The James T. Webb Scholarship currently extends the opportunity for identified gifted and talented students from culturally diverse populations and their parents to participate in the SENG Annual Conference. Students attend the program for children or teens. Parents attend concurrent adult sessions. Applications are now being accepted. Deadline for applying is May 19, 2015.

Keynote Speakers:
Welcoming Address: Neuroscience of the Gifted Brain by Dr. Nadia Webb
Reflections on the Past for Impact in the Future with Dr. George Betts and Dr. Norma Hafenstein
Foundations of Emotional Intelligence: Research-based Social and Emotional Learning (SEL) by Dr. Anabel Jensen and Ann Smith

Continuing Education Workshops: 
This year we will offer more CE workshops then ever before, including Dr. James Webb and Dr. Gatto-Walden offering our first ever pre-conference workshop on Thursday night! You can sign up for individual workshops when you register for the conference. Here are the many options available to help you earn CE credits:
Gifted Children and Adults: Neglected Areas of Practice

Speaker: Dr. James T. Webb
Guidance from Within: The Daily Life of the Emotionally or Spiritually Gifted

Speaker: Dr. Patty Gatto-Walden
Gifted Adults: Charting Their Course Across the Lifespan

Speaker: Dr. Ellen D. Fiedler
The Gifted Brain

Speaker: Dr. Nadia Webb
Recognizing Hidden Twice-Exceptionality (2E): Why the Role of Professionals and Parent is Critical

Speakers: Dan Peters, Barbara (Bobbie) Gilman, Kathi Kearney, Mike Postma 
Treating Gifted Children with Emotional Disorders

Speakers: Drs. Norma Hafenstein and Betsy Kutrumbos
Qualitative and Quantitative Assessment of the Gifted

Speakers: Dr. Linda Kreger Silverman, Anne Marie Beneventi, and Linda Powers Leviton
SMPG Facilitator Trainings:
The 2015 SENG Annual Conference will include a SENG Model Parent Group (SMPG) Facilitator Trainings, on Thursday, July 23 (pre-conference) and Friday, July 24. To complete the training you must attend all of the necessary workshops. This is a great way to help others in your community, or advance your facilitator level. More information coming soon.
Sponsorship and Vendor Opportunities:
There are still opportunities available to highlight your business. Sponsorships are being offered at many different levels and vendor tables will give you an opportunity to market yourself to this very targeted audience. Reserve your opportunity soon, spaces are limited.

Official SENG Ambassador Program:
The SENG Ambassador program for 2015 is full! Check back later this year for information about the 2016 Ambassador Program.
Ready to SOAR with SENG? Conference registration is open now!

Pictures from the 2014 SENG Annual Conference:

 The Countdown is on!
         

- See more at: http://sengifted.org/programs/conferences/2015-annual-seng-conference#sthash.Xw0eOMoq.dpuf


Mais informações, cliquem aqui : 

http://sengifted.org/wp-content/uploads/2015/06/SENG-2015-Schedule_6.2.15.pdf