quinta-feira, 17 de maio de 2018

Você sabia que se fizer o Encceja 2018 para tentar a certificação do Ensino Médio, também pode fazer o Enem 2018?

Extraído do site : https://querobolsa.com.br/revista/enem-2018-quem-se-inscreveu-no-encceja-tambem-pode-fazer-o-enem

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Enem 2018: quem se inscreveu no Encceja também pode fazer o Enem

Você sabia que se fizer o Encceja 2018 para tentar a certificação do Ensino Médio, também pode fazer o Enem 2018? Isso vai ser possível porque, de acordo com o Inep, responsável pela aplicação dessas provas, os resultados do Encceja serão divulgados a partir de outubro.

Qual é o benefício de fazer a inscrição para o Enem 2018, conseguindo o certificado do Encceja?

Quem conseguir o certificado de conclusão do Ensino Médio com o Encceja deste ano e fizer o Enem 2018 poderá concorrer às vagas do Sisu e do Prouni, em 2019. Assim, existe a chance de entrar na faculdade em menos tempo.

Por isso, fique de olho nas datas para não perder essa oportunidade!

Informações importantes sobre o Enem 2018

Inscrições para o Enem: de 7 a 18 de maio

Valor da inscrição: R$ 82,00

Pagamento da inscrição: até 23 de maio

Aplicação das provas do Enem: dias 4 e 11 de novembro

Como preencher a escolaridade na inscrição para o Enem 2018 se você vai fazer o Encceja (para a Certificação do Ensino Médio) também :

O preenchimento da escolaridade que aparece na inscrição para o Enem 2018 vai depender da sua situação em relação ao Ensino Médio. Se você vai fazer a prova do Encceja, é porque ainda não concluiu esse estágio de ensino, certo? Então, restaram três das quatro opções possíveis:

·          “Estou cursando a última série/ano do Ensino Médio”

·          “Estou cursando o Ensino Médio, mas não concluirei no ano letivo de 2018”

·          “Não estou cursando e não concluí o Ensino Médio”

Se você tiver qualquer dúvida em relação à inscrição ou sobre o Enem 2018 em geral, pode entrar em contato com o Inep pelo telefone 0800 616161.
Boa sorte!


quarta-feira, 16 de maio de 2018

Matéria Síndrome de Asperger no Fantástico

Alunos da Sala de Altas Habilidades da Reme de Campo Grande - MS, participam de campeonato de lançamento de foguetes nesta quinta

http://www.acritica.net/noticias/alunos-da-sala-de-altas-habilidades-da-reme-participam-de-campeonato-d/296302/


Desenvolver o raciocínio matemático, as habilidades lógicas, científicas, sinestésicas e, de quebra, instigar a criatividade dos alunos. Com este objetivo, a professora Cléia Assis Yto, da Sala de Altas Habilidades e Super Dotação da escola municipal Padre José de Anchieta, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, criou um projeto que tem como finalidade levar os alunos a construírem um foguete utilizando garrafas PET. A missão é fazer com que o brinquedo funcione e voe através da combustão obtida misturando elementos como água e gelo seco ou vinagre com bicarbonato de sódio.

campeonato foguetes_Reme2


A tarefa foi dada pela professora ao grupo de alunos há um mês e os resultados têm sido surpreendentes, tanto que nesta quinta-feira (17), será realizado um campeonato de lançamento de foguetes na Praça do Papa, reunindo a comunidade escolar e os pais dos alunos que frequentam a sala. “Experimentos podem contribuir para a construção de um ambiente motivador, agradável e rico em situações novas e desafiadoras que, quando bem adaptadas, aumentam as chances de que sejam elaborados conhecimentos e adquiridas habilidades”, destacou a professora.

Ela explica que o experimento do foguete está sendo desenvolvido através da Oficina das Invenções e consiste na elaboração e construção, por cada aluno de um projeto que utilize garrafas descartáveis de refrigerante. A dinâmica acontece da seguinte forma: uma das garrafas é cortada ao meio e fixada no fundo da outra, a qual está inteira, servindo como uma ponta para diminuir o atrito com o ar. A outra garrafa não sofre alterações, ela servirá como um tanque onde serão colocados os reagentes, vinagre e bicarbonato, ou algum outro elemento de escolha do participante que após a reação química libera gases que fazem com que a pressão dentro da garrafa aumente e expulse o líquido para fora e assim sirva como propulsão para o voo do foguete.

A atividade parece simples, mas exige do aluno a habilidade de resolver problemas que podem ocorrer na criação do projeto. No dia dos testes, por exemplo, um dos foguetes apresentou vazamento de água e foi preciso um raciocínio rápido dos alunos para solucionar o contratempo sem afetar a capacidade de voar.

Oficina de Invenções

A professora Cléa explica que a Oficina das Invenções tem a proposta de enriquecer o currículo escolar. Nela, os alunos constroem navios e aviões, sempre com base na orientação da professora. O desenvolvimento de cada projeto cabe ao aluno responsável. “Eles fazem pesquisas e depois começam a montar o projeto na teoria. Agora é o momento em que começam a produzir”, disse.

No dia do campeonato será analisada a distância alcançada por cada foguete e a estética. “Quero desenvolver neles a independência de criar. É diferente de uma sala de aula convencional, onde os alunos trabalham de acordo com o direcionamento do professor”, afirmou. O professor da Sala de Altas Habilidades age como mediador e, em momento algum, interfere na execução do projeto, exceto fornecendo aos alunos subsídios necessários para sua pesquisa e instigando sua criatividade”, explica.

A pedagoga Fabiana Artigas, mãe do aluno Fábio Artigas, da escola José de Anchieta conta que levou o filho para a escola por causa do projeto desenvolvido na sala de Altas Habilidades. “É muito difícil para nós pais custear um local para eles terem todo esse atendimento. O Fábio tem amado. Ele tem dificuldade para acordar, mas no dia da sala quer chegar primeiro”, contou.

A mudança de comportamento é confirmada pelo próprio aluno. “Agora participo até das oficinas de artes, fiquei curioso para aprender outras coisas”, destacou Fábio, que está no 6º ano.

Quem também está aproveitando os projetos da Sala de Altas Habilidades é o aluno Izaque Rudis Pereira, também aluno do 6º ano. Há menos de um ano na escola, ele conta que o projeto dos foguetes aumentou seu desejo de ser astrofísico. “Vou estudar na USP (Universidade de São Paulo) e já senti que minha capacidade de pensar melhorou. Meu comportamento em casa mudou. Ao invés de ficar o dia todo vendo TV, fico pensando nas soluções para desenvolver os projetos”, pontuou.

De acordo com a professora Cléia, fazer o aluno manter o foco na atividade e trabalhar em grupo são outros benefícios dos projetos. “Como eles são líderes natos é difícil fazê-los trabalhar junto com outras crianças e na Sala de Altas Habilidades isso é possível porque eles precisam discutir as soluções para os problemas em conjunto”, finalizou.


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