domingo, 26 de novembro de 2017

Direto das pessoas com autismo (TEA)

Extraído do site : https://www.almanaquedospais.com.br/direto-das-pessoas-com-autismo-tea/

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Direito das pessoas com autismo na Educação:

Se o laudo indicar, tem direito a mediador ou tutor em sala de aula. Mas o laudo tem que ser expresso neste sentido e na necessidade deste profissional.

O aluno tem direito ao Atendimento Educacional Especializado, de acordo com a Constituição Federal, Lei de Diretrizes Básicas da educação(LDB), Lei Berenice Piana (Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012), o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146, de 6 de Julho de 2015) e, se menor de idade, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O aluno com autismo (TEA) tem direito a um ensino flexibilizado, de acordo com as suas necessidades.  Direito a um plano de ensino individualizado.

Direito a inclusão em processo de vestibular, para acesso no ensino universitário, inclusão em sala de aula, inclusão no mercado de trabalho e em concursos públicos.

Direitos das pessoas com Autismo na Educação :

Direito a frequentar  as salas de recursos, nas cidades e escolas que estas existirem.

- Direitos a tutores ou mediadores, uma vez comprovada esta necessidade em laudo. 

Para as pessoas com TEA (autismo) que possuem Plano de saúde :

Direito a tratamento e sessões de terapias por números ilimitados. Ou seja, o plano de saúde jamais poderá limitar o número de sessões de terapias que a pessoa com o autismo vai precisar.

Direito da pessoa com autismo na vida em sociedade:

Direito a não pegar fila.
Direito a passe livre de transporte.

Direito a receber atendimento prioritário, sobretudo com a finalidade de:

– proteção e socorro em quaisquer circunstâncias. Nos serviços de emergência públicos e privados, a prioridade conferida por esta Lei é condicionada aos protocolos de atendimento médico;

– atendimento em todas as instituições e serviços de atendimento ao público ;

– disponibilização de recursos, tanto humanos quanto tecnológicos, que garantam atendimento em igualdade de condições com as demais pessoas;

– recebimento de restituição de imposto de renda;

– tramitação processual e procedimentos judiciais e administrativos em que for parte ou interessada, em todos os atos e diligências.
Estes direitos são extensivos ao acompanhante da pessoa com TEA ou ao seu atendente pessoal.

Os direitos das pessoas com autismo (TEA) vão depender das dificuldades que a pessoa irá apresentar ao longo da vida, no seu desenvolvimento e no seu processo de aprendizagem e de quais forem as orientações do médico e especialistas que a estiverem acompanhando.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Veja se o seu filho tem altas habilidades

Faça o teste com as 20 principais características
Extraído do site : https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/bom-jesus/guia-dos-pais/noticia/veja-se-o-seu-filho-tem-altas-habilidades.ghtml

Por Bom Jesus

22/11/2017 13h42  Atualizado 22/11/2017 13h42

As crianças com as chamadas altas habilidades geralmente manifestam diferenças no desenvolvimento ainda em idade pré-escolar. No entanto, nem sempre as características manifestadas nessa fase permanecem quando a criança cresce. Então, como saber se existe mesmo algo diferente e que merece um acompanhamento? De acordo com Mônica Munhoz da Rocha, gestora do Bom Jesus – Modalidade de Educação Especial, as crianças com superdotação podem demonstrar maior facilidade nas áreas da linguagem, na socialização ou desempenho escolar superior.

Veja se o seu filho tem altas habilidades

Existem outros sinais:

1.                                    Vocabulário superior ao esperado para a idade.
2.                                 Nível de leitura acima da média do grupo.
3.                                 Observação acurada.
4.                                 Raciocínio incomum.
5.                                  Disposição de liderança.
6.                                 Relacionamento aberto e receptivo.
7.                                  Sensibilidade aos sentimentos dos outros.
8.                                 Atenção prolongada e centrada nos assuntos de seu interesse.
9.                                 Grande curiosidade a respeito de objetos, situações ou eventos.
10.        Tendência a começar sozinha as atividades e a dar prosseguimento nos interesses individuais.
11.                Originalidade de expressão oral e escrita, com constantes respostas diferentes, individuais e não estereotipadas.
12.                          Talento incomum para expressão em artes, como teatro, música, desenho, dança.
13.               Habilidade para apresentar alternativas, respostas e soluções para problemas difíceis ou complexos.
14.                          Facilidade de decisão.
15.                           Gosto por correr risco em várias atividades.
16.       Habilidade de encontrar relações entre fatos, informações ou conceitos aparentemente não relacionados.
17.                           Aborrecimento fácil com a rotina.
18.                          Espírito crítico, capacidade de análise e síntese.
19.                          Desinteresse por regulamentos e normas.
20.                      Gosto pela investigação e pela proposição de muitas perguntas.

De acordo com a gestora, apesar de ser possível identificar as altas habilidades, é importante não generalizar. “As crianças são diferentes, únicas. Por esse motivo, nem sempre apresentam todas as características apontadas nos superdotados. Alguns podem ter desempenho significativo em algumas áreas, na média ou inferior em outras, dependendo do tipo de altas habilidades”, conta Mônica.


A maioria dos pais percebe as altas habilidades antes que a criança complete cinco anos. O ideal é procurar um psicólogo experiente no assunto, que poderá fazer testes psicométricos e uma avaliação neuropsicológica para identificar se as potencialidades estão realmente acima da média de outras crianças. O profissional deve fazer, também, escalas de características, questionários, observação do comportamento, sondagens do rendimento e desempenho escolar, entrevistas com familiares e professores.

Para lidar com uma criança superdotada em casa, os pais devem ajudar no desenvolvimento psicológico saudável e proporcionar um ambiente que estimule continuamente as capacidades intelectuais da criança. Aos pais cabe, também, aceitar falhas e ajudar a criança a enfrentar dificuldades de qualquer ordem. Isso significa evitar a supervalorização e as expectativas quanto ao desempenho da criança, pois ela, normalmente, já é muito exigente.

Já na escola, os educadores precisam estimular a construção do conhecimento por meio de aprendizado voltado para a ampliação de conceito, que valoriza a responsabilidade, o espírito de equipe, a ética, o respeito, a cidadania e práticas educativas que desenvolvam a curiosidade, a capacidade criadora, a socialização e o raciocínio lógico. “É primordial que o aluno com altas habilidades/superdotação se desenvolva em seu próprio ritmo, aproveitando ao máximo suas potencialidades e competências; que seja estimulado a construir novos conhecimentos, ao mesmo tempo em que conviva com parceiros da mesma faixa etária. Propor conteúdos que desafiem a aprendizagem a fim de mantê-lo motivado”, completa Mônica.



segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Vejam que interessamte este vídeo que fala consequências negativas de rotular a criança como gifted (superdotada) e criá-la como tal

Vejam que interessante este vídeo que fala consequências negativas de rotular a criança como gifted  (superdotada) e criá-la como tal, numa classe especial em comparação com crianças que são Superdotadas, mas que não sabem que são .  

Não estou defendendo nenhum lado, até porque seria um pouco paradoxal se eu o fizesse... rs. Mas, achei a abordagem e os argumentos e depoimentos destes vídeos muito interessantes.  Assistam e tirem suas próprias conclusões !

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