sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Direitos das Crianças com Hiperatividade e Déficit de Atenção (TDAH)






Sabem, neste final de ano, tenho sido muito procurada para orientar ou entrar com algum tipo de recurso contra os atos de retenção dos alunos (repetência) de um modo geral. Num destes casos, surgiu um em que a criança acabou de descobrir que tem déficit de atenção (os pais só descobriram, ou seja, só tiveram o laudo médico, atestando o déficit de atenção, em Novembro ...). Àquela altura do campeonato, a criança já estava prejudicada e, apesar de ter ido para as provas de recuperação, ela acabou sendo reprovada de ano, pois não obteve as notas necessárias para passar nas provas de recuperação e o Conselho de Classe entendeu que não era o caso de aprovação.


Os pais desta criança com TDAH recém descoberto me procuraram querendo saber se havia algo a fazer para reverter a decisão de retenção. Eu entendo que, neste caso, não há o que se fazer.

Contudo, nos casos em que os pais do aluno com necessidades educacionais especiais, tal como o aluno que apresenta TDAH, apresentam o laudo, comprovando a condição de aluno com necessidade educacional especial, desde o início, até o meio do ano letivo, entendo ser cabível recurso perante a Diretoria de Ensino ou respectivo órgão competente, de acordo com a cidade que o aluno residir, para questionar a legalidade da decisão que reteve a criança de série, baseada no fato de que esta criança necessita de uma educação especial e não sei se a escola ofereceu tudo o que estava ao alcance desta criança, em termos de educação especial, flexibilização de currículo, apoio pedagógico adequado para atender às necessidades educacionais especiais desta criança. 

Se a escola não ofereceu tudo o que estava ao seu alcance, no sentido de oferecer uma educação especial ao aluno com necessidades educacionais especiais, com atividades e avaliações diferenciadas, de forma a evitar a retenção de série da aluno, a decisão que o reteve de série pode e deve ser reapreciada e discutida, pois quem vai sofrer as consequências destes atos, porque a escola se recusou a dar um atendimento educacional especializado, é a criança e os seus pais. Não acho justo !!!



Até então, o foco do meu trabalho, do meu blog, são as crianças superdotadas. Mas, assim como as nossas crianças superdotadas têm necessidades educacionais especiais, as crianças que apresentam outros tipos de transtornos de aprendizagem, também têm estas necessidades educacionais e pedagógicas. Nutro um interesse grande, também, por outras questões que demandem a necessidade de uma educação especial. E é por isso que eu comecei a pesquisar, um pouco, sobre este tema e resolvi compartilhar com vocês.



Parte das informações abaixo foi extraída do site : http://www.sinpro-rio.org.br/download/revista/revistadificuldades.pdf#page=78



A Lei 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, reforça, nos artigos 58 e 59, a importância do atendimento educacional a pessoas com necessidades especiais, ministrado preferencialmente em escolas regulares. Estabelece, também, que sejam criados serviços de apoio especializado e assegurados currículos, métodos e técnicas, recursos educativos e organizações específicas para atender às peculiaridades dos alunos. Destaca, ainda, a necessidade de capacitar docentes do Dificuldades de Aprendizagem.



No Brasil, os atuais critérios de definição da clientela da educação especial encontram-se elencados no documento Política Nacional de Educação Especial, publicado em 1994 pela Secretaria de Educação Especial – SEESP – do Ministério da Educação e Desporto – MEC.


De acordo com esse documento, tal clientela é constituída por três grandes grupos, cada qual reunindo um numeroso grupo de tipos e graus de excepcionalidade.


No primeiro grupo, encontramos os Portadores de Altas Habilidades :

– indivíduos que apresentam, de forma isolada ou combinada, elevada potencialidade ou desempenho significativamente acima da média em um ou mais dos seguintes aspectos : intelectualidade, aptidão acadêmica específica, criatividade, produtividade, capacidade de liderança, aptidão para as artes e psicomotricidade ;


• No segundo grupo, identificado como Portadores de Condutas Típicas :

– indivíduos que apresentam alterações no comportamento social e/ou emocional, acarretando prejuízo no seu relacionamento com as demais pessoas (neste grupo, encontramos, também, os portadores de TDAH).


No terceiro grupo, estão os Portadores de Deficiências - indivíduos que apresentam algum comprometimento em um ou mais dos seguintes aspectos: físico (aparelho locomotor ou da fala: deficientes físicos), mental (deficientes mentais) ou sensorial (deficientes visuais ou auditivos). A ocorrência no mesmo indivíduo de dois ou mais desses comprometimentos associados caracteriza o grupo dos chamados deficientes múltiplos.


Os direitos individuais e coletivos, garantidos pela Constituição Federal Brasileira, impõem às autoridades e à sociedade como um todo, a obrigatoriedade de atingir a efetividade desses ; para tanto os recursos humanos e materiais devem ser canalizados, atingindo, necessariamente, toda a educação básica.


Isto requer ações em todas as instâncias, particularmente as destinadas à capacitação de recursos humanos assegurando que os currículos dos cursos de formação e capacitação de professores estejam voltados para prepará-los a atender alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas regulares.


As seguintes leis, normas e duas Resoluções do Conselho Nacional de Educação que garantem os direitos destas crianças, vejamos :


Nossa Constituição Federal em seu Artigo 205, pretende garantir educação para todos, independentemente de suas especificidades.


O inciso III do Art. 208 da Constituição Brasileira se refere ao atendimentoeducacional especializado aos portadores de deficiências, preferencialmente na rede regular de ensino. E na sua Política Nacional de Educação Especial (MEC/SEEP, 1994), o MEC estabelece como diretrizes da Educação Especial apoiar o sistema regular de ensino para a inserção dos portadores de deficiências, e dar prioridade quando do financiamento a projetos institucionais que envolvam ações de integração. Esta mesma definição foi posteriormente reforçada. na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n°. 9.394/96), e recentemente nas Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (CNE / CEB, 2001).


A própria Lei de Diretrizes Básicas da Educação (LDB) reconhece a importância deste aspecto como pré-requisito para a inclusão ao estabelecer, em seu artigo 59, que :


“ Artigo 59 : Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais :
                       ...
III - professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns;


O artigo 54, inciso III, do Estatuto da Criança e do Adolescente pode ser aplicado às crianças que apresentam TDAH e necessitam de uma educação especial.

“ Art. 54. É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente:
III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino “ ;


Outra coisa a ser observada é se a escola ofereceu recuperações paralelas para a criança conseguir as notas necessárias, antes da recuperação final. Isto também pode ser matéria a ser levantada em eventual recurso a ser impetrado contra a diretoria de ensino, em caso de retenção.



RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 02/2001


Art. 1º - A presente Resolução institui as Diretrizes Nacionais para a educação de alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, na Educação Básica, em todas as suas etapas e modalidades.

Art. 5º - Consideram-se educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o processo educacional, apresentarem: 

I - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos: 

(...)
b) aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências;


Art. 7º - O atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais deve ser realizado em classes comuns do ensino regular, em qualquer etapa ou modalidade da Educação Básica.


Art. 8º - As escolas da rede regular de ensino devem prever e prover na organização de suas classes comuns: 


I - professores das classes comuns e da educação especial capacitados e especializados, respectivamente, para o atendimento às necessidades educacionais dos alunos; 


II - distribuição dos alunos com necessidades educacionais especiais pelas várias classes do ano escolar em que forem classificados, de modo que essas classes comuns se beneficiem das diferenças e ampliem positivamente as experiências de todos os alunos, dentro do princípio de educar para a diversidade; 


III - flexibilizações e adaptações curriculares que considerem o significado prático e instrumental dos conteúdos básicos, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação adequados ao desenvolvimento dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, em consonância com o projeto pedagógico da escola, respeitada a freqüência obrigatória; 


IV - serviços de apoio pedagógico especializado, realizado, nas classes comuns, mediante: 

a) atuação colaborativa de professor especializado em educação especial; 


VII - sustentabilidade do processo inclusivo, mediante aprendizagem cooperativa em sala de aula, trabalho de equipe na escola e constituição de redes de apoio, com a participação da família no processo educativo, bem como de outros agentes e recursos da comunidade ;


DELIBERAÇÃO CEE Nº. 05/00


Art. 2° - A educação especial, desde a educação infantil até o ensino médio, deve assegurar ao educando a formação básica indispensável e fornecer-lhe os meios de desenvolver atividades produtivas, de progredir no trabalho e em estudos posteriores, satisfazendo as condições requeridas por suas características e baseando-se no respeito às diferenças individuais e na igualdade de direitos entre todas as pessoas.


Art. 3° - A educação especial deve iniciar-se o mais cedo possível e ser garantida em estreita relação com a família.


Art. 4° - O atendimento educacional aos alunos com necessidades educacionais especiais deve ser feito nas classes comuns das escolas, em todos os níveis de ensino.


§ 1º. - Os currículos das classes do ensino comum devem considerar conteúdos que tenham caráter básico, com significado prático e instrumental, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação que sejam adequados à promoção do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais.


Movimentos nacionais e internacionais têm buscado o consenso para a formatação de uma política de integração e de educação inclusiva, sendo que o seu ápice foi a Conferência Mundial de Educação Especial, que contou com a participação de 88 países e 25 organizações internacionais, em assembléia geral, na cidade de Salamanca, na Espanha, em junho de 1994.


Este evento teve como culminância a "Declaração de Salamanca", da qual transcrevem-se, a seguir, pontos importantes, que devem servir de reflexão e mudanças da realidade atual, tão discriminatória.


"Acreditamos e Proclamamos que:


- toda criança tem direito fundamental à educação e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem ;

- toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem que são únicas ;


- sistemas educacionais deveriam ser designados e programas educacionais deveriam ser implementados no sentido de se levar em conta a vasta diversidade de tais características e necessidades ;


- aqueles com necessidades educacionais especiais devem ter acesso à escola regular, que deveria acomodá-los dentro de uma Pedagogia centrada na criança, capaz de satisfazer tais necessidades ;


- escolas regulares, que possuam tal orientação inclusiva, constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias, criando-se comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos; além disso, tais escolas provêem uma educação efetiva à maioria das crianças e aprimoram a eficiência e, em última instância, o custo da eficácia de todo o sistema educacional.


Nós congregamos todos os governos e demandamos que eles :


- atribuam a mais alta prioridade política e financeira ao aprimoramento de seus sistemas educacionais no sentido de se tornarem aptos a incluírem todas as crianças, independentemente de suas diferenças ou dificuldades individuais ;


- adotem o princípio de educação inclusiva em forma de lei ou de política, matriculando todas as crianças em escolas regulares, a menos que existam fortes razões para agir de outra forma ;


- desenvolvam projetos de demonstração e encorajem intercâmbios em países que possuam experiências de escolarização inclusiva ;


- estabeleçam mecanismos participatórios e descentralizados para planejamento, revisão e avaliação de provisão educacional para crianças e adultos com necessidades educacionais especiais ;


- encorajem e facilitem a participação de pais, comunidades e organizações de pessoas portadoras de deficiências nos processos de planejamento e tomada de decisão concernentes à provisão de serviços para necessidades educacionais especiais;


- invistam maiores esforços em estratégias de identificação e intervenção precoces, bem como nos aspectos vocacionais da educação inclusiva ;


- garantam que, no contexto de uma mudança sistêmica, programas de treinamento de professores, tanto em serviço como durante a formação, incluam a provisão de educação especial dentro das escolas inclusivas.


A inclusão escolar, fortalecida pela Declaração de Salamanca, no entanto, não resolve todos os problemas de marginalização dessas pessoas, pois o processo de exclusão é anterior ao período de escolarização, iniciando-se no nascimento ou exatamente no momento em aparece algum tipo de deficiência física ou mental, adquirida ou hereditária, em algum membro da família. Isso ocorre em qualquer tipo de constituição familiar, sejam as tradicionalmente estruturadas, sejam as produções independentes e congêneres e em todas as classes sociais, com um agravante para as menos favorecidas.


Caso tenham dúvida e queiram obter orientação jurídica a este respeito, entrem em contato comigo para contratar os meus serviços. Escrevam para mim, que lhes passarei o valor da consulta, diretamente por e-mail. 

90 comentários:

  1. Boa tarde!

    Gostaria de parabenizar-lhe pelo excelente trabalho. Tenho uma filha de 10 anos que tem déficit de atenção e sofre na escola, por a mesma não ter estrutura para ajudar uma criança com TDA. Esta matéria será de grande valia para que eu possa lutar pelos direitos dela.

    Obrigada e mais uma vez, meus parabéns!

    Alessandra

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  2. Boa tarde!

    Gostaria de parabenizar-lhe pelo excelente trabalho. Tenho uma filha de 10 anos que tem déficit de atenção e sofre na escola, por a mesma não ter estrutura para ajudar uma criança com TDA. Esta matéria será de grande valia para que eu possa lutar pelos direitos dela.

    Obrigada e mais uma vez, meus parabéns!

    Alessandra

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  3. meu filho é hiperativo mas ainda não foi dado um laudo medico,e por esse motivo na escola q ele estuda esta havendo uma descriminação,por parte do diretor e professores é certo q ele e uma criança dificil, mas eles não estão facilitanto a vida escolar dele, a unica metotologia usada por eles é a de mandar ele pra casa,dizendo enclusive na frente dele q ele esta insurportavel.Até dizer q ele agrediu uma criança,enquanto ele me reletou q ele apenas defendeu-se do agressor q seg o diretor era maior q ele.Me ajude qual atidude devo tomar,até mudar ele de escola ja me passou pela cabeça.Debora

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  4. Debora : Primeiro e urgente passo é providenciar uma avaliação no seu filho, com um neuropsicólogo (que irá fazer um laudo) e um neuropediatra, que irá avaliar o laudo do neuropsicólogo e dar o laudo médico, com o CID da doença que ele tiver. Pode ser que para você ele tenha hiperatividade, mas, para o médico, ele pode ter outro transtorno. O importante , neste momento, é vc ir atrás e uma avaliação e tratamento. Quando vc tiver o laudo, em mãos, deverá protocolá-la na secretaria da escola, e estudar, junto com a coordenação uma forma de atendimento especial para as necessidades educacionais de seu filho, segundo orientação médica ou de uma psicopedagoga. Mas, sem o laudo, de nada irá lhe adiantar mudar de escola.

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  5. Olá!
    Antes de mais nada, PARABÉNS!!! Este pequeno/ GRANDE estudo é riquíssimo!!!
    Sou pedagoga e psicopedagoga clínica e institucional e atualmente pós graduanda em neuropsicologia.
    Achei seu blog procurando material para elaborar meu tcc.
    Atendo muitas criança com diagnóstico de TDAH e muitas outras que não tem o diagnóstico, porém, tem todas as características do transtorno.
    Fico indignada em ver educadores que por questão de cumprir regras impostas por um sistema educacional que se perde no que diz respeito a VERDADEIRA inclusão e/ou de outros que não olham e não agem de forma diferenciada e flexivel diante do aluno que apresenta tantos comprometimentos no desenvolvimento educacional enquanto esse não tiver um "pedaço de papel" dizendo que ele precisa de atendimento diferenciado!!!
    Como profissional da área, sei e defendo a necessidade de se fazer um diagnóstico multidiscilplinar bem estruturado para eliminar enganos!
    Porém, não podemos ficar inertes diante de situações como as citadas nos relatos acima que acredito ser reais, pois vivo isso diariamente nos atendimentos.
    Dessa forma, ainda a tempo, peço licença para deixa aqui expressa minha DEFESA por essas crianças que são tão indefesas e que sofrem tanto com os RÓTULOS NEGATIVOS que colocam sobre elas.
    Luto por atendimento especializado dentro da sala comum e nas salas de recursos para crianças do ensino fundamental I que apresentem TDA/TDAH.
    Muito obrigada pela atenção.
    PS: à responsável pelo blog, gostaria da permissão para citar algumas partes da postagem em meu artigo de conclusão de curso.
    Forte abraço à todos,
    Miriam Costa.

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    1. estou passando por momentos trágicos, e na busca desesperada pela legislação de inclusão achei este bolg. Sou dislexa, e minha filha de 7 anos herdou isso de mim. Ela sofre também por trauma de violência domestica na primeira infância. uma garota inteligente, absorve todos os conteúdos porem tem dificuldade de registrar, seu diagnostico esta em processo um leeeeeeeeeeeeeeto processo, e enquanto isso a escola cruza os bracos e nao a avalia com justiça. estou me sentindo derrotada, durante todo o ano lutei em busca de um laudo e tentei proteger minha filha, mas sem este peda~co de papel, mesmo na mãos de competentes ela será retida.

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  6. Sim, pode ! E se tiver interesse, venha conhecer o meu grupo no facebook, Mãe de Crianças Superdotadas, ou o Universo Asperger !

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    1. Obrigada Claudia pela permissão. Terminei meu tcc agora é só aguardar a nota... (ai que medo...), mas já quero expressar meus agradecimentos por postar conteúdos tão esclarecedores e motivadores à busca de mudanças urgentes e práticas na educação brasileira. Assim que tiver resposta quanto a nota voltarei. Forte abraço, Miriam Costa

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  7. eu tenho uma filha de 15 anos que sofre com deficit de atenção, a escola não está nem aí já entrei no face da coordenadora expliquei e mandei está materia, para vc ter uma idéia ela teve dengue na época de prova quando voltou teve que fazer 2 chamada na sala com a turma, o professor dando materia as notas foram de mal a pior até 0 ela tirou , eu passo muita raiva, mas depois dessa materia acho que a escola vai tomar outra posição assim eu espero.

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  8. Após orientação do site, consegui reverter processo de expulsão do meu filho de uma escola particular famosa aqui de Curitiba... Infelizmente precisei usar o argumento da lei de inclusão e adverti-los da intenção de entrar com reclamação no conselho tutelar caso insistissem, mesmo em posse do diagnóstico de TDAH. Me pediram que eu arcasse com uma tutora na sala de aula, me pediram mais um laudo de um psiquiatra, mas aí acho que posso fazer minha contra-partida, pois a escola não tinha nem idéia de como lidar com o fato, visto que a única ferramenta que tinham era a expulsão....

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    1. Infelizmente, a escola venceu. Não expulsou o meu filho mas criou condiçoes desfavoráveis que me convenceram a tirá-lo no final do ano letivo de 2013.
      Estamos em uma nova escola e levando como dá... As melhoras em casa foram visíveis e na escola algumas também, mas a agressividade na escola parece que está substituindo os outros comportamentos que foram sumindo.. Agora ele tem 8 anos..

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  9. Quero compartilhar com vocês a minha experiência. Depois de 2 anos sem melhoras com psicólogos e neurologistas, parti para o Dr. Google pesquisar sobre TDAH no mundo todo. Descobri alguns centros de referência, como a Clínica Mayo, nos EUA. Eles investem bilhoes em presquisas, entre elas o TDAH. O que descobri de importante é que: NÃO EXISTE CHANCE DE SUCESSO SEM TER O DIAGNÓSTICO COMPLETO E EXATO.
    Existem poucos profissionais no Brasil com condiçoes de fazer este diagnóstico. Procure se informar sobre as COMORBIDADES. Somente 30% dos casos de TDAH não são acompanhados de uma comorbidade, e cada uma necessita uma abordagem diferente. Seu filho pode estar sendo tratado de hiperatividade mas o fator principal pode ser outro, como transtorno severo de humor, uma das comorbidades mais recentes.
    Pesquise sobre o profissional que lhe está atendendo e seja direto com ele: Pergunte olho no olho: "O Sr./Sra. tem condiçoes de fazer um diagnóstico completo do meu filho..????"

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    1. Givankiw, tenho uma filha de 18 anos com TDAH e há 12 anos venho buscando um tratamento eficaz entre escola, familia, professores particular, médicos e até o momento ela já passou por 9 escolas.Gostaria de saber se tem algum especialista que acompanha seu filho, se for possível poderemos continuar nossa comunicação através de email liliandinamarca~gmail.com. Grata pela sua colaboração e compreensão.

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  10. Olá primeiramente excelentes informações neste blog! Estou começando a pesquisar agora sobre este assunto pois minha filha de 12 anos possue algum deficit de atenção. Minha duvida é: a escola pode reprovar sabendo da questão? Se a escola não reprovar, no ano seguinte as dificuldades não serão triplicadas? O q faço?

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  11. Carla Santomero, a escola só não pode reprovar a sua filha, se, desde o início do ano letivo, ou o mais tardar, assim que souberem, os pais protocolarem na secretaria da escola e informarem a coordenação, o laudo que comprova o diagnóstico da criança e que solicita a forma de atendimento para as suas necessidades. Os pais, neste caso, irão estudar com a escola, qual é a melhor forma de intervir e de se trabalhar com esta criança em sala de aula ; seja com tempo extra para a realização das atividades, provas diferenciadas, a serem realizadas em local mais tranquilo, enfim, pais e escola irao estudar a melhor forma de atender a criança, em sala de aula.

    Contudo, de nada adiante chegar o final do ano letivo, em que a criança já está praticamente de recuperação em várias matérias e apresentar o laudo, solicitando a inclusão da criança. Isto deve ser feito, no tempo certo.

    Se o protocolo acima for seguido, a escola não pode reprovar, sabendo desta questão e deverá trabalhar com a sua filha, de forma diferenciada para que as necessidades educacionais de sua filha sejam atendidas.

    As dificuldades só serão triplicadas, se a escola não oferecer a educação especial que a sua filha merece. Mas, para isto, lembre-se, é necessário que ela tenha um laudo, comprovando o diagnóstico dela que demanda uma intervenção especial.

    Cogitem, também, a possibilidade de mudá-la de escola.

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  12. Olá Claudia muito bom seu artigo amei,meu anjo quero saber o meu filho esta na escola pública e tem recuperação bimestral,mas o que me preocupa é o aprendizado dele e o rótulo que ele esta começando a ter e vou sempre na escola e eles numca fazem uma reunião comigo e os professores.O que eu quero saber é o que propriamente o meu filho com diagnostico em TDAH pela lei tem direito na escola?E se vc tem conhecimento em algo referente que criança que tem TDAH tem direito a uma ajuda de custo do INSS?oBRIGADA E AGRADEÇO DESDE JÁ SE PUDER ME RESPONDER!!!!

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  13. Olá tudo bem?Gostaria de elogiar sua postagem muito boa me passou bastante conhecimento!!!Eu gostaria de sabe realmente o direito de uma criança com TDAH na escola se é só a recuperação ou é ter um professor para ajuda lá em tudo nas materias?Outra coisa eu queria saber se vc tem informação sobre uma ajuda que a criança tem do INSS por ser portadora de TDAH?oBRIGADA e que Deus te abençõe sempre!!!!

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    1. Ele teria direito à uma educação diferenciada, com provas oras, trabalhos e avaliações diferentes, pode gravar as aulas, se preciso, pode ter mais tempo para realizar as atividades dele, dependendo do que o laudo dele disser. Não tenho conhecimento sobre direito previdenciário para criança com TDAH, mas, vale à pena você entrar em contato com o INSS para averiguar isto !

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  14. Ele teria direito à uma educação diferenciada, com provas oras, trabalhos e avaliações diferentes, pode gravar as aulas, se preciso, pode ter mais tempo para realizar as atividades dele, dependendo do que o laudo dele disser. Não tenho conhecimento sobre direito previdenciário para criança com TDAH, mas, vale à pena você entrar em contato com o INSS para averiguar isto !

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  15. Olá!!!Gostaria da sua ajuda, meu filho foi diagnosticado com DDA E Transtorno de conduta. Estuda em uma escola municipal,a série que ele está cursando ,existem três turmas e ele está justamente na turma mais agitada e problemática. Será que eu tenho o direito com o laudo de pedir a direção que o coloque na turma mais tranquila?????

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  16. Olá!!! Meu filho tem diagnostico de DDA E Transtorno de conduta. Estuda em escola municipal. A série q está cursando tem três turmas e ele esta na mais agitada e problemática. Gostaria de saber se posso exigir da escola que o coloque na turma mais tranquila??????
    Obrigada!!!

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  17. Olá, Debora. Entendo que se os profissionais que estiverem assistindo o seu filho (psiquiatra ou psicólogo - o ideal é que sejam os dois) declararem isto num documento e você encaminhar para a escola, você pode, sim, exigir a mudança de classe. Os profissionais em questão têm que declarar que a classe em que ele se encontra é muito agitada, segundo relato da mãe do paciente e que seria recomendável que a criança fosse mudada para uma outra classe mais tranquila, para melhor prognóstico dele ! Boa Sorte !

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  19. Olá, Patricia. Imagino que vc quis se referir aos alunos hiperativos, não é ? Se for isto, se estiver previsto no Regimento (Regulamento) da Escola, a forma de suspensão (punição) e expulsão, desde que notificados os pais sobre as suspensões e advertências, o aluno pode ser expulso. Tudo depende do que está previsto no Regulamento da escola e a forma como as advertências foram feitas ao aluno. Cada caso é um caso.

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  20. Solicite um tutor para acompanhá-lo mais de perto e evitar que a situação chegue a este ponto. Peça para o médico e a terapeuta colocarem num papel a necessidade deste tutor.

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  21. Bom dia, parabéns pelo blog e suas orientações. Tenho uma filha de 8 anos que é especial e até junho ela estudava em escola particular. Eu a tirei da escola e coloquei em uma escola pública. Gostaria de uma orientação a respeito do acompanhante em sala de aula: a diretora disse que o munícipio não envia acompanhante para todos os alunos e quando envia, manda estagiários, o que ela é contra, pois acredita que tem que ser um profissional especializado. Todas as crianças especiais tem direito ao acompanhante? E este professor monitor tem que ser especializado ou a lei abre para que se contrate um estagiário? Gostaria de seu esclarecimento pois protocolarei o pedido na secretaria da educação da minha cidade.
    Obrigada e mais uma vez parabéns!

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  22. Bom dia, parabéns pelo blog e suas orientações. Tenho uma filha de 8 anos que é especial e até junho ela estudava em escola particular. Eu a tirei da escola e coloquei em uma escola pública. Gostaria de uma orientação a respeito do acompanhante em sala de aula: a diretora disse que o munícipio não envia acompanhante para todos os alunos e quando envia, manda estagiários, o que ela é contra, pois acredita que tem que ser um profissional especializado. Todas as crianças especiais tem direito ao acompanhante? E este professor monitor tem que ser especializado ou a lei abre para que se contrate um estagiário? Gostaria de seu esclarecimento pois protocolarei o pedido na secretaria da educação da minha cidade.
    Obrigada e mais uma vez parabéns!

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  23. Parabéns pelo seu trabalho! Tenho uma filha especial e até junho ela estudava em uma escola particular. Eu a tirei e coloquei em uma escola pública que tem um trabalho voltado para inclusão. Gostaria que você me esclarecesse uma dúvida: toda criança especial tem direito ao monitor em sala de aula? E o monitor tem que ser especializado ou a lei abre para que se contrate estagiário? Pergunto porque a diretora solicitou que se colocasse no laudo da minha filha a necessidade de um monitor especializado, pois ela acredita que o trabalho é mais efetivo com esse profissional especializado.
    Obrigada pela atenção.

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  24. Olá, Creusa. Obrigada !

    Depende do caso e das necessidades da criança e do que o laudo indicar. Não é toda criança especial que tem direito a monitor em sala de aula. A lei não fala nada a respeito do monitor poder ser estagiário. Fala em atendimento especial. Concordo com a orientação da diretora da escola de sua filha.


    Boa Sorte !

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  25. Olá Claudia Hakim!
    Estou terminando uma especialização em neuropsicologia e meu artigo final é sobre O ATENDIMENTO ESPECIALIZADO NAS SALAS DE AULA PARA CRIANÇAS COM TDAH. Li o que vc postou sobre o assunto e gostaria de saber se posso usar um pouco de sua colocação, pois fiquei admirada com a clareza que vc desenvolveu o assunto.
    Aguado retorno para miriamcostas@ig.com.br
    Parabéns pelo blog!
    Grata,
    Miriam Costa

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  26. Oia, Miriam,

    Sim, pode usar, citando a fonte, sem problemas e boa sorte no seu TCC !

    Claudia Hakim

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  27. Eu tenho um filho que sofre de deficit de atenção, que esta no segundo ano do ensino médio e possui apoio e atenção da escola para superar e vencer suas limitações. Minha maoir preucupação e quando ele for para a faculdade, como ficará diante de tal passo e se possui algum fundamento legal para que a faculdade possa oferecer apoio ao meu filho.

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  28. Olá, Adriane,

    Se quiser marcar uma consulta comigo, me escreva : claudiahakim@uol.com.br. Terei prazer em atendê-la em meu escritório. Caso você não seja de SP, posso lhe dar uma consulta por e-mail, ok ?

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  29. Olá Cláudia, tudo bem? Li seu artigo e gostei muito de sua posição e esclarecimentos diante das limitações dos portadores de TDAH. Meu filho é portador de TDAH e fará 15 anos no mês de dezembro. Está repetindo o 8º ano e com grandes chances de repetir novamente. Estou muito triste, pois fiz uma avaliação com uma neuropsicóloga conceituada de BH que me entregou relatório no início do ano. Entreguei o relatório na escola no início do ano e meu filho não teve nenhum benefício ou tratamento diferenciado por causa do problema. Lutei durante todo o ano, pagando escola integral, depois em maio tirei do integral, pois vi que não surtia nenhum efeito positivo para meu filho. Ele odiava ficar na escola o dia inteiro. A partir de maio, paguei aulas particulares para ele, tentando fazer com que ele obtivesse melhora nas notas, o que ocorreu em algumas matérias, mas não resolveu muito. Agora ele já está de recuperação final em GEOGRAFIA e lutamos para ver se não ficará em outras matérias. Estou com muito medo que ele seja reprovado novamente e que por isso, perca totalmente o interesse pelos estudos. A escola, apesar de ter recebido meu relatório, não ofereceu nenhum benefício ao Caio, nem mesmo o de poder fazer provas em sala silenciosa e com tempo maior, que entendo ser uma das principais necessidades dos portadores de TDAH. O que posso fazer?

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    Respostas
    1. Boa noite, pode me passar o nome e contato da Neuropsicóloga de BH?

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    2. Boa noite Anna, pode me passar o nome e contato da Neuropsicóloga de BH que atendeu seu filho?

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  30. Olá Cláudia, tudo bem? Li seu artigo e gostei muito de sua posição e esclarecimentos diante das limitações dos portadores de TDAH. Meu filho é portador de TDAH e fará 15 anos no mês de dezembro. Está repetindo o 8º ano e com grandes chances de repetir novamente. Estou muito triste, pois fiz uma avaliação com uma neuropsicóloga conceituada de BH que me entregou relatório no início do ano. Entreguei o relatório na escola no início do ano e meu filho não teve nenhum benefício ou tratamento diferenciado por causa do problema. Lutei durante todo o ano, pagando escola integral, depois em maio tirei do integral, pois vi que não surtia nenhum efeito positivo para meu filho. Ele odiava ficar na escola o dia inteiro. A partir de maio, paguei aulas particulares para ele, tentando fazer com que ele obtivesse melhora nas notas, o que ocorreu em algumas matérias, mas não resolveu muito. Agora ele já está de recuperação final em GEOGRAFIA e lutamos para ver se não ficará em outras matérias. Estou com muito medo que ele seja reprovado novamente e que por isso, perca totalmente o interesse pelos estudos. A escola, apesar de ter recebido meu relatório, não ofereceu nenhum benefício ao Caio, nem mesmo o de poder fazer provas em sala silenciosa e com tempo maior, que entendo ser uma das principais necessidades dos portadores de TDAH. O que posso fazer?

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  31. Anna Durval,

    A resposta da sua pergunta está neste link, aqui do meu Blog : http://maedecriancassuperdotadas.blogspot.com.br/2013/01/retencao-de-serie-repetir-de-ano.html

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  32. ola claudia sou de uba mg quero falar sobre meu fillho que tm deficit atençao e quer faz facudade adrianestanziola@hotmail.com obrigada e de aquardo

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  33. claudia meu filho, tem 9 anos e esta no 2º ano, já repetiu 2 x, ele foi convidado a se retirar do colegio, ou melhor dizendo quando fui rematricular falaram que o colegio não tem interesse porque não se esta enquadrando no colegio, ele tem TDAH com laudo que eu dei pedi para assinar, e eles mesmo assim insiste, o diretor tem um filho que é da sala de meu filho, e que o filho dele é altista, do filho não se fala , so o filho dos outros, o que me leva a pensar que ele esta retirando meu filho para não ficar com o filho dele, levando para o pessoal, mas enfim meu coração doi porque ele diz para mim que não quer sair do colegio porque gosta de seus amigos,... nessa história toda o que vejo é preconceito. o que fazer a lei me respauda, pois estou triste com tudo isso, e ele se sente excludio, me ajude por favor

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  34. claudia o colegio pode não rematricular o meu filho que tem TDAH, com laudo dado e assinado para eles?

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  35. Leidimila, seu filho foi expulso ou negaram a matricula dele ? Ha que se tr certeza do motivo da negativa da matricula dele. Se foi por expulsao, o advogado para responder adequadamente a esta sua consulta, teria que analisar o Estatuto da Escola e saber se o seu filho obedeceu aos termos deste Estatuto ou não. Se não houve expulsao, mas, simples recusa de matricula, cabe mandado de seguranca para que se solicite a efetivacao da matricula do seu filho, nesta escola. Havendo interesse na contratacao dos meus servicos, entre em contato comigo atraves de : claudiahakim@uol.com.br.

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  36. Bom dia Claudia . Gostaria de saber se há alguma legislação específica sobre escola e direito das crianças com TDAH / superdotados. Na escola onde meu filho estuda , a orientadora e a profa sabem de sua condição e tem ajudado ; porém temo pelos próximos anos . Gostaria de formalizar isso junto à secretaria da escola ; como fazer? Meu filho está em tratamento com a Psiquiatra infantil e psicóloga .Vc poderia tb me fornecer uma indicação de onde eu conseguiria uma avaliação quanto a superdotação ? Moro em SP. Grata .

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    1. Sandra M, entree em contato comigo para marcarmos um consulta no meu escritorio : claudiahakim@uol.com.br. Atendo no Pacaembu. Te passo o valor da consulta por e-mail.

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  37. Claudia bom dia . Gostaria de saber se há alguma legislação específica sobre TDAH e direito das crianças na escola . A escola do meu filho tem ajudado , porém já sinalizaram que no próx. ano ele poderá ter dificuldades devido a hiperatividade , apesar da suspeitada superdotação . Como formalizar isso junto à secretaria da escola ? Ele atualmente faz tratamento c uma psicóloga e uma psiquiatra infantil .
    E ainda onde conseguir uma avaliação sobre a possível superdotação dele ?
    Estou em SP .
    Obrigada

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  38. Boa tarde!!

    Claudia,

    Achei muito interessante seu blog
    Meu filho tem 10 anos, está na 4º série ele tem TDAH, foi diagnosticado desde quando ele entrou no pré escolar, ele toma remédio Ritalina e demorou muito pra aprender a falar, fez acompanhamento com a fonoaudióloga e psicóloga e hoje ele já não faz mais este acompanhamentos, só que hoje eu estou te escrevendo pelo motivo do meu desespero, pois meu esposo foi a escola hoje pra saber como ele estava indo nas provas e pra nossa tristeza a professora falou que ele poderá reprovar este ano e que já está de recuperação em Artes e matemática fora as outras provas, que ela ainda não corrigiu, só que a professora mesmo disse que ele sabe fazer...e chega na hora dele fazer as provas ela não sabe o porque ele erra praticamente tudo aí eu me pergunto e queria te fazer uma pergunta?A escola pode reprovar meu filho? O tratamento dele é igual o das outras crianças por favor me ajude eu não sei como devo proceder com esta situação a escola já tem o laudo dele e até fez um laudo do comportamento dele a pedido da médica dele, ele estuda estuda... sai de casa sabendo todas as questões e na hora da prova e esquece tudo como toda criança com TDAH fica com a cabeça não sei aonde.

    Desde já agradeço...

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    1. harllene Mariano, sua resposta demanda uma consulta jurídica. Havendo interesse em fazer uma consulta, entre em contato comigo no : claudiahakim@uol.com.br, que eu lhe passarei meus honorários diretamente.

      Atenciosamente,

      Claudia Hakim

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  39. Este comentário foi removido pelo autor.

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  40. olá , uma pessoa que teve o diagnóstico de déficit de atenção já no final do e está prestes a ficar reprovada a escola pode reprovar ela ou a escola tem com aplicar mais chances de ela não ficar de recuperação ? ( por favor me de uma respossta obgd)

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  41. Ei, Cláudia, tenho TDAH e queria saber: quem faz faculdade também tem direitos?? Me disseram que temos direito a mais tempo e também de levar fórmulas de apoio para as provas.. é verdade?

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  42. Olá meu filho de 8 anos tem TDA, a escola que ele estuda no 2 ano disse a mim que ele não tinha condições de ser aprovado por não conseguir ler completamente. apesar de saber responder tudo oralmente não conseguia escrever por não saber ler direito, expliquei pra ela que a neuropediatra não aconselha a retenção por prejudicá-lo no tratamento, pois ele ia retroceder em contato com crianças mais novas que ele, mas a diretora disse que não podia inventar nota pra ele, o que devo fazer, já que meu filho não teve um tratamento diferenciado na escola e por isso não conseguiu alcançar o desempenho da turma. Fatima Alves

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  43. Olá Claudia
    recebemos ontem a noticia que minha filha foi reprovada no ultimo ano do ensino médio, ela tem TDAH, e a escola não deu o suporte necessário p/ ajuda-la o que devo fazer quais as providencias cabíveis, pois minha filha está muito abalada.
    desde já agradeço e aguardo retorno.

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    1. Se quiser marcar uma consulta juridica, me escreva : claudiahakim@uol.com.br

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  44. Olá Claudia, boa tarde!
    Gostaria de um esclarecimento. Tenho um filho TDAH, levei o laudo da psicopedagoga e da psicóloga com quem ele faz acompanhamento. Apresentei o laudo no 2º bimestre e mesmo assim ele foi reprovado, acredito que a partir do momento em que a escola tomou ciência do problema do aluno, a mesma deveria conduzir de forma diferente o processo de aprendizagem do aluno, alegando que os alunos só terão "acompanhamento diferenciado" se o aluno apresentar laudo no início do ano letivo. O que devo fazer?
    Obrigada Rosi Paraguassu

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  45. Paa obter orientação jurídica a este respeito, entrem em contato comigo para contratar os meus serviços. Escrevam para mim, que lhes passarei o valor da consulta, diretamente por e-mail.

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  46. Dra. Luciana Duarte(psicóloga) em Belo Horizonte. O contato dela é : (31) 8840-4119 , Tel.: (31) 3476-6296 ou (31) 3772-1185. Ela atende na Clínica Evoluir - Tel.: (31) 3476-6296

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  47. Oi gostaria de uma orientação sua, tenho um filho de 9 anos q estava cursando o 4 ano em 2013, e ele foi diagnósticada com TDAH, TOD e transtorno de ansiedade.Ele estuda em escola particular, so q durante o ano todo ele nao teve atendimento diferenciado na escola, sempre foi avaliado da msm forma q seus colegas de sala, so teve uma recuperação de etapa e uma final, cansei de pedir para a coordenadora da escola q fizesse avaliação dele c ela separado da turma, devido a falta de atenção dele e a facilidade de dispersão q ele apresenta. Ele foi reprovado porque faltou 2 pontos para alcançar a média, em duas matérias. Gostaria de saber se e possivel recorrer a decisão da escola? Pois não acho justo a forma q ele foi avaliado e a escola me deu o resultado por telefone e desde do dia 23 de dezembro to tentando falar c a coordenadora e nao consigo.

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    1. Caso tenham dúvida e queiram obter orientação jurídica a este respeito, entrem em contato comigo para contratar os meus serviços. Escrevam para mim, que lhes passarei o valor da consulta, diretamente por e-mail.

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    2. e-mail : claudiahakim@uol.com.br

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  48. Boa tarde
    Claudia li seu blog quero li dar os parabéns, gostaria de pedi para fazer uma pequena correção
    No que se refere a classificação, pois tenho um filho com 16 anos e descobri aos 4 anos que ele era portador de TDHA com Hi. E Dislexia, trato com medicação e estudo tudo sobre TDAH, e no blog os TDAH estão na segunda classificação com não não fossem intelectual, a nível de informação meu filho teve todos e tem os sintomas de TDAH mais passa com notas maravilhosas tem amizade o QI e acima da média e mais nuca que falta uma aula está terminado o ensino médio, tive trabalho mais eu com muito trabalho ajudei a escola com ele, gostaria apenas fazer este comentário pois pesquiso a mais de 15anos sobre TDAH e todos ou maiorias dissemos que o intelecto e a cima da média só precisa ser orientado como tudo no mundo , conheço juiz , advogados, etc. Que tem TDAH e no mudo muitos dos Homens e mulheres de renome mundial em todos os continentes tem TDAH, a pesar de sabermos que o índice de TDAH e bem maior nos homens.
    Atenciosamente,
    Marcelio Mendonça

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    1. Obrigada, Marcelino, pelo elogio !

      Muito embora o seu texto tenha ficado confuso e, eu respeite o seu envolvimento com o assunto, no que se refere à classificaçao legal, os alunos portadores de TDAH realmente se inserem no segundo grupo que eu mencionei.

      Apenas, gostaria que o senhor soubesse que o fato do aluno ter TDAH não o impede de ter altas habilidades / superdotaçao, e ter um QI acima da média. Uma condição não impede a outra, sendo que o seu filho, como o senhor nos relata, é uma prova de que mesmo sendo TDAH pode ser superdotado.

      Desejo sucesso ao seu filho na vida escolar !

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  49. Gostaria de um esclarecimento. Tenho um filho TDAH e degeneração macula ( baixa visão) no inicio do ano comuniquei a coordenação da escola dos problema que ele tinha mas não levei o laudo da psicopedagoga e do neuropediatra . Apresentei o laudo no 3 ciclo e ele foi reprovado, a direção estava ciência do problema do aluno,mas não conduzir de forma diferente o processo de aprendizagem do aluno, alegando que os alunos só terão "acompanhamento diferenciado" se o aluno apresentar laudo no início do ano letivo.O laudo da medica de Baixa Visão estava com data de 2012 e o de 2013 acabei não solicitando e as provas estavam com fonte normal onde no antigo laudo a doutora pede para colocar as avaliações em fonte 18.O que devo fazer?
    Obrigada Daniela.

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    1. Dani, vc poderia ter discutido a decisão que o reteve de série através se um recurso
      Mas, agora, o prazo já se esgotou ! Exija a inclusão so seu filho para 2014 com provas e atividades diferenciadas, de acordo xom aa necessidades educacionais dele. Não há necessidade de atualização do laudo anualmente. Se a escola não atender as necessidades do seu filho,procure a diretoria se ensino (núcleo w educação) responsável pwla escola dele e denuncie o ocorrido. Eles intercederao em favor do seu filho.

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  50. Cláudia achei seu blog bastante interessante. Tenho uma filha com TDA e sem necessidade do uso do remédio ritalina. Vi nas suas observações que não existe necessidade de renovação do relatório médico todo ano. A escola de minha filha pediu que renovasse o relatório. E se apega a todo momento porque a médica colocou atendimento com terapeuta ocupacional, psicóloga e esportes. Como se atendimento com esses profissionais tirasse a responsabilidade e obrigação da escola.
    Sei das atividades diferenciadas, mais tempo, menor quantidade de opções nas provas de múltiplas escolhas. Mas a dúvida é se juridicamente as médias para os alunos com TDA devem ser computadas de forma diferenciada? Desde já agradeço. Renata Matos

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    1. O aluno com Tdah tem direito a ser avaliado de forma diferenciada. Não é que as notas serão computadas de forma diferente. Mas, a prova e a forma de avaliar é que são diferentes. Não há necessidade de se renovar o relatório todos os anos. A escola é obrigada a oferecer a inclusão do aluno.

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  51. Olá, Claudia!
    Sou Vanderson Valadares, psicólogo e psicopedagogo. Você esta corretíssima no texto acima. Tive também alguns casos relacionados ao TDAH onde houve retenção da escola no que se relaciona a atenção da escola a esta necessidade básica de alunos ditos especiais. Nesta forma de lei a escola caso tenha sido informada sobre a necessidade do aluno e em forma de laudo, caso não atenda ela, é sim responsabilizada legalmente e responderá pela falta de atenção ao caso.
    Infelizmente muitas famílias não estão informadas sobre estes problemas, aqui em Alegre-ES tenho feito um trabalho junto a pais e professores de prevenção e informação sobre o TDAH.

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  52. Olá, Claudia!
    Gostaria de saber se vc conhece as leis especificas para o Ensino Superior que contemple os direitos do aluno com TDHA nas IES. Obrigada!

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    1. Olá, Regiane. Se quiser uma consulta jurídica, entre em contato comigo, através do meu e-mail ; claudiahakim@uol.com.br.

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  54. Ola sou pai de um menino de 4 anos que sempre foi muito ativo faz um ano que vai a escola e tivemos no começo algumas reclamações em relação a ele fazer muita bagunça na escola e até mesmo brigar com alguns coleguinhas na escola, a partir desse ano mudamos ele de escola para uma escola melhor e com uma estrutura melhor de ensino, faz 2 meses que ele esta nesse colegio e começaram a vir reclamações de sua conduta, tipo ja pulou a janela da escola, ja brigou com varios coleguinhas, e não querer para dentro da sala de aula, a escola nos (papai e mamãe) chamou para conversar, nos explicou tudo que estava acontecendo com ele na escola e nos orientou a levo em um psicopedagogo, marcamos a consulta para proxima quarta feira dia 25 de março, visto que a psicopedagoga ja conversou com os pais, hoje quando fomos a escola busca-lo, coordenadora da escola nos chamou e disse que não pode aceitar mais meu filho na escola pois ele esta dando muito trabalho, gostaria de uma ajuda, é possivel legalmente a escola tomar uma posição dessa, visto que é somente uma criança de 4 anos e estamos tomando a providencia que a escola exigiu que foi leva-lo em uma psicopedagoga

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    1. A pergunta deveria ser : Vocês querem que o seu filho estude numa escola que não o quer lá ? De toda forma, nesta ou em outra escola, é imprescindível que vocês busquem um diagnóstico e , se for o caso, tratamento. Eu teria que saber de toda a história dos dois lados, para poder opinar com mais propriedade. Boa Sorte !

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    2. Muito obrigado, não havia pensado dessa forma, pode ser isso mesmo a escola não o quer lá.
      Mais falando juridicamente e legalmente a escola pode tormar uma posição dessa de querer excluir a criança da escola sem um diagnostico

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    3. Eu teria qur verificar o estatuto ds escola e normas para expulsão e tomar conhecimentos adequados dos fatos. Assim do jeito que você colocou, não dá pra responder.

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  55. Ola Claudia tenho um filho de 12 anos que foi diagnosticado com TDAH temos laudo e ja levamos p escola desde o ano passdo , esse ano ja levamos um laudo atualizado cujo o medico diz que a ele necessita de um acompanhamento de um professor itinerante . Mas estamos achando um pouco de dificuldade da paret da escola pra nos ajudar o que devemos fazer ?

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    1. Rodrigo,

      Para responder a sua pergunta, eu teria que lhe dar uma consulta jurídica. Havendo interesse em marcar uma consulta comigo, me escreva : claudiahakim@uol.com.br

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  56. Boa tarde Claudia meu filho tem 12 anos e tem laudo do diagnostico TDAH ja comunicamos a escola isso ja tem uns 7 anos e nunca tivemos problemas , mas o ano passado houve uma mudança de diretor e orientadoras com a mudança toda meu filho esta repetindo o ano pois as mesmas acharam que ele não tinha condições para passar .Oano se eniciou e estamos vendo que a parte que se diz respeito a escola eles não estão nos ajudando muito , começaram se as provas e as notas não são as melhores estou preocupada , neste caso a escola treia que dar suporte maior a ele tipo fazer as provas separadas etc , mais atenção? O que podemos fazer mais pois meu filho e nos estamos sofrendo muito.

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    1. Rodrigo,

      Sim. Mas, para responder melhor a sua pergunta, eu teria que lhe dar uma consulta jurídica. Havendo interesse em marcar uma consulta comigo, me escreva : claudiahakim@uol.com.br

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  57. Olá Claudia ,,meu filho tem o TDAH meu tem o laudo medico mas a prefeitura da minha cidade não quer disponibilizar professores de apoio não so pro meu filho,como pra outras crianças que tem o TDAH tem algum meio legal que eu possa recorrer e garantir que meu filho tenha um professor de apoio

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  58. olá Claudia meu filho tem oito anos e tem o TDAH ele tem dificuldades em ler .em se concentrar ele tem um laudo medico comprovando ,mas a aprefeitura de onde eu moro não quer disponibilizar professores de apoionão so pra o meu filho como pra as outras crianças tem um meio legal que eu possa recorrer e garantir que meu filho tenha um professor de apoio

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  59. Boa tarde Claudia Hakim,
    Meu nome é Gislaine Felisbino, sou acadêmica do 8º período de Direito, de uma Universidade em Goiânia - Goiás.
    Sou bacharel em Biomedicina e licenciada em matemática. Trabalho na educação a mais de 13 anos, no acompanhamento escolar de alunos com transtornos e deficiências de aprendizagem. Acabei me especializando nessa área e hoje à frente do centro de acompanhamento escolar, faço um trabalho diferenciado, visitando trimestralmente as escolas dos alunos que acompanhamos, bem como mantendo uma relação bem próxima com a coordenação, a fim de minimizar os problemas escolares. Atualmente mantemos uma relação escola – família – psicóloga e centro de estudos.
    Em todo esse tempo de trabalho tenho percebido que as instituições particulares não seguem uma legislação específica, cada caso um caso, não tendo um direcionamento uniforme. Com essa experiência, busco por meio do Trabalho de conclusão , se não sanar essa deficiência ao menos minimizá-la, podendo em um futuro próximo direcionar melhor os pais dos meus alunos bem como as escolas em que sou parceira, a respeito dos direitos mencionados em seu blog, tais como, o direito à uma educação diferenciada, com provas oras, trabalhos e avaliações diferentes, se preciso ter mais tempo para realizar as atividades, mas tudo isso aparado em legislação especifica.
    Enfim, venho por meios desta pedir sua contribuição com referências bibliográficas especificas para que eu enriqueça meu estudo e melhore meu projeto.
    Desde já agradeço sua atenção.
    Gisafelisbino2@hotmail.com

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  60. Boa tarde Claudia Hakim,
    Meu nome é Gislaine Felisbino, sou acadêmica do 8º período de Direito, de uma Universidade em Goiânia - Goiás.
    Sou bacharel em Biomedicina e licenciada em matemática. Trabalho na educação a mais de 13 anos, no acompanhamento escolar de alunos com transtornos e deficiências de aprendizagem. Acabei me especializando nessa área e hoje à frente do centro de acompanhamento escolar, faço um trabalho diferenciado, visitando trimestralmente as escolas dos alunos que acompanhamos, bem como mantendo uma relação bem próxima com a coordenação, a fim de minimizar os problemas escolares. Atualmente mantemos uma relação escola – família – psicóloga e centro de estudos.
    Em todo esse tempo de trabalho tenho percebido que as instituições particulares não seguem uma legislação específica, cada caso um caso, não tendo um direcionamento uniforme. Com essa experiência, busco por meio do Trabalho de conclusão , se não sanar essa deficiência ao menos minimizá-la, podendo em um futuro próximo direcionar melhor os pais dos meus alunos bem como as escolas em que sou parceira, a respeito dos direitos mencionados em seu blog, tais como, o direito à uma educação diferenciada, com provas oras, trabalhos e avaliações diferentes, se preciso ter mais tempo para realizar as atividades, mas tudo isso aparado em legislação especifica.
    Enfim, venho por meios desta pedir sua contribuição com referências bibliográficas especificas para que eu enriqueça meu estudo e melhore meu projeto.
    Desde já agradeço sua atenção.
    Gisafelisbino2@hotmail.com

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  61. Respondi no e-mail indicado, citando obras bibliográficas sobre superdotados, que é o foco e o tema do meu Blog. Sobre as demais inclusões, não tenho referência bibliográfica para lhe indicar ! Boa Sorte !

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  62. olá boa tarde ! meu nome e Eliane tenho um filho de 7 anos q estuda em uma escola partícula ele foi diagnosticado com deficit de atenção , imperatividade, e 1 grau de altismo , a pois o laudo do neuro pediatra
    que informava as dificuldades q meu filho teria ao aprender , informando q a escola teria q ter um ensino diferenciado ,pois ele não tinha necessidade de uma escola especial , a escola este mês de setembro me convidou a retirá-lo, pois a escola me informa q não esta preparada para ter uma criança especial .
    eu gostaria de saber quais são os direito do meu filho ? e se eu posso esta processando a escola ?
    obrigada

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  63. olá boa tarde ! meu nome e Eliane tenho um filho de 7 anos q estuda em uma escola partícula ele foi diagnosticado com deficit de atenção , imperatividade, e 1 grau de altismo , a pois o laudo do neuro pediatra
    que informava as dificuldades q meu filho teria ao aprender , informando q a escola teria q ter um ensino diferenciado ,pois ele não tinha necessidade de uma escola especial , a escola este mês de setembro me convidou a retirá-lo, pois a escola me informa q não esta preparada para ter uma criança especial .
    eu gostaria de saber quais são os direito do meu filho ? e se eu posso esta processando a escola ?
    obrigada
    meu email : elianenunes_machado@hotmail.com
    des de já agradeço as informações

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    1. Pode processar, sim, Eliane ! Se quiser uma consulta jurídica, me escreva : claudiahakim@uol.com.br.

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