segunda-feira, 12 de maio de 2014

Superdotados sofrem com falta de programas especiais nas escolas do País


Censo Escolar 2010 mostraram que apenas 2.769 estudantes são superdotados



Cláudia criou o blog Mães de Crianças Superdotadas e um grupo que leva o mesmo nome em uma rede socialArquivo pessoal

Do R7

Crianças superdotadas têm pouco a comemorar no Brasil, onde uma realidade peculiar que engloba o oferecimento de educação inclusiva para portadores de altas habilidades.

Apesar de 8 milhões de pessoas superdotados terem sido identificados no País, dados do Censo Escolar 2010 mostraram que apenas 2.769 estudantes brasileiros da educação básica  são portadores de altas habilidades e superdotação, ou seja, 0,004% dos 55,9 milhões de alunos dos no Brasil do período.

Segundo o Documento Orientador dos NAAH's (Núcleo de Atenção às Altas Habilidades) elaborado pela Secretaria de Educação Especial do MEC, em 2005, apenas 0,003% das matrículas em escolas de educação básica (de um universo de 56.478.988 de alunos matriculados no Brasil na época) eram de estudantes identificados na categoria alta habilidade e superdotação.

No próprio documento, o MEC reconhece o problema e, de certa forma, explica a necessidade da luta das mães de crianças superdotadas para garantir atendimento especializando a crianças superdotadas:

― Os dados sugerem que o atendimento da demanda potencial desses alunos está muito aquém do desejável e apontam a necessidade de melhor identificação e de atendimento às necessidades dos alunos superdotados, além da qualificação profissional dos professores para este fim, diz trecho do texto.

Segundo o Conselho Brasileiro de Superdotação, em cada uma das capitais estaduais foi implantado pelo MEC um NAAH/S (Núcleo de Atividades de Altas Habilidades de Superdotação).

Referências da formação de professores, da orientação às famílias, e do atendimento aos alunos superdotados, esses núcleos são responsabilidade das secretarias de educação dos estados  e dos municípios.


Entretanto, lista da Secadi (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão) do MEC não registra nenhum superdotado nos estados de Maranhão, Tocantins, Sergipe. 

2 comentários:

  1. Lutei muito com minha 1° filha q aprendeu a ler com 3 anos... isso a 25 anos atrás... hj tenho. Uma raspa de tacho tbm. Com habitantes especiais e nada mudou...

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  2. É importante ter alguém que se importa com essa minoria da sociedade.

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