Aqui , o psicólogo Thiago André, procura esclarecer, em linhas gerais, alguns padrões de perfil e de personalidade relativamente comuns entre os indivíduos superdotados.
O blog traz artigos e informações por uma advogada Especialista em Direito Educacional, Pós-Graduada em Neurociência, Psicologia Aplicada. É palestrante, professora e autora de livros e artigos sobre estes temas. Sócia Fundadora do Instituto 2e. Autora dos Livros: Superdotação e Dupla Excepcionalidade. Ed. Juruá. Como lidar com as Altas Habilidades/Superdotação. Ed. Hogrefe. E-book: Formas de Atendimento e a legislação aplicável aos alunos com Superdotação e a Dupla Excepcionalidade". Eduzz
Superdotação, Asperger (TEA) e Dupla Excepcionalidade por Claudia Hakim
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sábado, 31 de agosto de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Brasileiros são candidatos a ganhar o Oscar da matemáti
Educação
25/08/2013 - 09:52
Helena BorgesEducação
Dois brasileiros figuram na lista de
candidatos à maior honraria da matemática no mundo. Contribuiu para o feito o
trabalho de um instituto que está formando uma elite naquela que é a ciência
campeã de notas vermelhas no país
Helena Borges

CALCULADORES
- Ávila (à direita), cotado para medalha: início precoce e estímulo da
família. Alessandro (à esquerda) diz que sempre adorou matemática e
percebeu no Impa que “não estava sozinho no mundo”.
Figurar
nessa lista já é, em si, uma glória. Mas os brasileiros Fernando Codá, de 33
anos, e Artur Ávila, de 34, candidatos ao prestigioso prêmio Fields, o Oscar da matemática, têm motivos para uma
dose extra de empolgação. São boas, muito boas, as chances de eles levarem a estatueta
para casa - ou melhor, as medalhas. São quatro, entregues a cada quatro
anos a matemáticos de até 40 anos que tenham surpreendido a academia com
resultados inéditos e revolucionários. A cerimônia será no ano que vem, na
Coreia do Sul, depois do encerramento do Congresso Internacional de Matemáticos
(Codá foi convidado a proferir uma das palestras do encontro, algo que Ávila
também fez em 2010, quando figurou como único palestrante brasileiro). Os
Estados Unidos, com catorze medalhas, são os grandes campeões dessa competição.
A França vem logo depois, com dez vitórias, seguida pela Rússia e pela
Inglaterra, ambas com seis. Como o Brasil, país sem nenhum destaque nas
ciências exatas, entrou nesse clube? A resposta está aos pés do Cristo
Redentor, no Rio de Janeiro, no prédio do Instituto de Matemática Pura e
Aplicada (Impa), o centro de estudos onde os alunos se formaram e onde, brincam
eles, só entra quem não é muito normal.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Educação dá dicas para os pais ajudarem os filhos na hora da lição de casa
Portal doGOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Participação familiar no processo de
aprendizagem é fundamental para a vida escolar do aluno
O Governo do Estado, por meio da
Secretaria da Educação, elaborou uma cartilha com 10 dicas para os pais
estimularem os filhos na hora da lição de casa. A participação familiar no
processo de aprendizagem é fundamental para a vida escolar do aluno.
Segundo a especialista Sonia Jorge, da
Coordenadoria de Gestão de Educação Básica, a hora da lição de casa, além de
ser parte do aprendizado, faz com que os pais fiquem ainda mais próximos dos
filhos.
O manual contém orientações importantes
para que os pais saibam o que fazer quando, por exemplo, eles não sabem responder
às dúvidas de algum conteúdo trazido pelas crianças.
Além da lição de casa, é fundamental a
participação nas reuniões escolares de pais e mestres e em todas as outras
atividades que a escola promover para os pais.
Confira as dez dicas:
1) Mantenha um canal de comunicação
constante com a escola de seu filho, buscando saber com o professor sobre qual
o tipo, a quantidade e o agendamento das tarefas de casa.
2) Troque ideias com seu filho, fazendo
perguntas para ajudá-lo. Nunca apague os erros e dê a resposta certa. Lembre-se
que a correção é papel do professor, que sabe fazê-la de forma construtiva.
3) Incentive a criança a sempre tentar de
novo, a ler com atenção e refazer aquele exercício que parece muito difícil.
Fazem parte do processo de aprendizagem as várias tentativas e o erro.
4) Não sabe responder às dúvidas de seus
filhos? Não é o fim do mundo! Para não correr o risco de errar e comprometer o
aprendizado da criança, o melhor é reconhecer que não sabe a resposta e
orientar o estudante a levar a dúvida para o educador.
5) Toda ajuda é sempre bem-vinda, mas
alguns pais, por boa vontade ou falta de orientação, acabam fazendo o trabalho
dos filhos. Em vez de fazer as tarefas por ele, estimule a parceria e
incentive-o a assumir responsabilidades e a conquistar autonomia.
6) O melhor horário para fazer a lição é
diferente para cada criança. Estabeleça um período fixo (manhã ou tarde),
respeite o tempo de descanso e os intervalos das refeições. As atividades
escolares exigem disciplina e concentração. E reserve um tempo para estar presente
durante as tarefas.
7) Em uma casa, é difícil estabelecer
a lei do silêncio. De qualquer forma, na hora da lição,reserve um espaço com
pouca movimentação e sem interferências externas, como barulhos de televisão ou
rádio.
8) Na sala de aula, cada aluno tem
direito a uma carteira. Em casa, não deve ser diferente. Separe um cantinho
para seu filho que tenha um apoio plano, como a escrivaninha do quarto, mesa da
sala ou da cozinha, onde você possa ficar ao lado dele durante alguns momentos
da tarefa.
9) A tecnologia é parceira da educação. Mas
é preciso saber a hora de utilizá-la. Se o livro ainda é o principal material
didático do seu filho, deixe o computador e o tablet para depois das tarefas.
Outra dica é perguntar nas escolas quais sites podem ser consultados para fazer
pesquisas para os trabalhos e tarefas de casa.
10) O processo de aprendizagem varia
de criança para criança. Fazer comparações ou estabelecer metas inatingíveis
são atitudes prejudiciais. Reconheça os limites de seu filho e sempre o
encoraje a melhorar.
Do Portal do Governo do Estado
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Postura punitiva dos pais pode reforçar comportamento mentiroso
Extraído do site : http://blog.dailybaby.com.br/pediatria/postura-punitiva-dos-pais-pode-reforcar-comportamento-mentiroso/

Postura punitiva dos pais pode reforçar
comportamento mentiroso: Para muitos pais, a chegada dos filhos à adolescência,
período dos primeiros passos independentes, faz com que o nível de preocupação
aumente em relação ao que eles podem estar escondendo.
Segundo os especialistas consultados
pelo Gravidez e Filhos, a maioria dos adolescentes mente para seus pais, mas
isso faz parte do processo de amadurecimento e nem sempre deve ser encarado com
apreensão.
Paulo Sérgio Camargo, autor de “Não
Minta para Mim! – Psicologia da Mentira e Linguagem Corporal” (editora Summus),
afirma que mentir faz parte do ser humano e que todas as pessoas mentem desde
crianças.
“As maiores fontes de aprendizado são as
pessoas próximas, como os pais e os irmãos. E os pais ensinam a mentir quando,
por exemplo, mandam o filho dizer, ao telefone, que não estão ou dizem para
elogiar a comida de uma tia, mesmo que ele não tenha gostado.”
Para Monica de Oliveira Genofre,
psicóloga do Instituto de Terapia Familiar de São Paulo, mentir para os pais é
inerente à adolescência. ”É um momento no qual o filho está se
diferenciando dos pais e não quer revelar tudo. Existem os que mentem mais e os
que mentem menos, sobre coisas mais sérias ou menos sérias, mas faz parte dessa
fase da vida.”
Mentiras comuns
As mentiras mais comuns na adolescência
estão relacionadas a questões como aonde foi, com quem e o que fez. A
psicóloga Luciana Maria Caetano, especialista em desenvolvimento moral e autora
do livro “O Conceito de Obediência na Relação Pais e Filhos” (editora
Paulinas), diz que uma mudança importante da infância para a adolescência é o
surgimento da vida social do filho fora do ambiente familiar, com novos grupos.
“Os pais não devem impedir o filho de
aumentar sua vivência social, porque ela é necessária. Por outro lado têm de
continuar supervisionando, pois ele ainda não tem maturidade para enfrentar
tudo sozinho.”
Para Luciana, a mentira está ligada à
falta de confiança. Por isso, se os pais percebem que o filho não tem contado a
verdade, a primeira coisa que devem fazer é se perguntar por que isso está
acontecendo.
“Não existe uma relação de confiança
recíproca entre pais e filho? Quando ela foi quebrada? Por que o filho acha que
não pode falar a verdade para os pais? A mentira acaba sendo consequência de
uma relação errada desde a infância”, diz a psicóloga.
Luciana afirma que a mentira pode acontecer também quando a relação é muito
autoritária e o filho tem medo de, ao contar a verdade, ser castigado
duramente. ” Os pais devem tentar lembrar se já houve no passado uma
situação semelhante na qual o filho foi honesto e contou uma verdade difícil e
analisar como lidaram com isso. Devem se perguntar: eu acolhi, ouvi ou puni
severamente?”, fala a especialista.
Segundo Luciana, se o jovem contar que
fez algo errado em vez de mentir e não for reconhecido pela coragem de assumir
o erro, vai ser muito difícil que se sinta confiante para revelar uma situação
que acontecer depois.
João Ilo Coelho Barbosa, psicólogo da
ABPMC (Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental), concorda
que uma criação muito rígida pode levar os filhos a mentir mais. “A mentira é
uma tentativa de evitar punição. Se o ambiente for muito punitivo, maior a
chance de a pessoa estar escapando dessas punições mentindo”, diz o
especialista.
A falta de diálogo dentro de casa é
outro fator que favorece o surgimento de mentiras, criando uma rotina na qual
os filhos mentem e os pais fingem que acreditam. ”É uma relação
confortável para ambos, porque assim pai e mãe não têm de resolver a questão do
amigo indesejado ou ter uma conversa sobre sexo que pode ser
constrangedora”, afirma a psicóloga Luciana.
O modelo dado pelos pais também é
importante na formação do adolescente. “Se esse jovem cresceu com pais que
mentiam muito, inclusive para ele, aprendeu essa forma de conviver com o outro,
esse jeito de resolver conflitos pelo atalho”, declara a especialista.
Afeto e diálogo
Mesmo que os pais desconfiem que o filho
esteja escondendo algo, nunca devem invadir a privacidade do adolescente atrás
de provas, revistando mochilas, computador pessoal ou agenda de telefone
celular, porque, ao fazerem isso, estarão quebrando ainda mais a confiança do
adolescente.
Para Luciana Caetano, os adultos devem
insistir em perguntar aonde o filho vai, conhecer seus amigos e ligar para seu
celular para supervisionar o que ele está fazendo, mesmo que isso lhe dê fama
de “chato”. E deixar claro que estarão sempre ao seu lado e que, por isso, ele
pode recorrer a eles com a verdade.
“Os pais devem sempre dizer aconteça o
que acontecer, faça a burrada que fizer, me conte a verdade e eu vou ficar do
seu lado e ver o que posso fazer para te ajudar’”, fala a psicóloga. “Os pais
que querem vigiar para pegar no flagra e punir cometem um engano grande.
Ninguém consegue vigiar um adolescente por 24 horas.”
Ao descobrir uma mentira, deve-se chamar
o filho para uma conversa, mas nada de sermão. “O adolescente está mentindo
porque a situação mostra para ele que, se não mentir, vai sofrer, então uma
punição severa pode ser a pior coisa nesse momento, porque isso vai
incentivá-lo a mentir melhor da próxima vez”, diz João Ilo.
Luciana aconselha os pais a fazer
perguntas ao filho, questionando o que ele está sentindo e vivendo e o que o
levou a achar que precisava mentir. “A conversa com o adolescente não é igual a
com uma criança, para a qual se fala ‘você não vai mais fazer isso’ e pronto.
Com o jovem, as regras são negociáveis e quanto mais ele for envolvido no
diálogo, melhor.”
Para Monica, expor nessa conversa afeto
e preocupação também é importante para que o adolescente fique mais seguro para
se abrir. Quando se tratar de mentiras mais sérias, é necessário também
que o jovem se responsabilize pelo que fez. “Os pais devem fazer os filhos
criarem a consciência de que as consequências de seus atos vão recair sobre
eles mesmos, que, se usar drogas ou provocar uma gravidez
indesejada, quem vai arcar com o resultado é ele”, diz Luciana. E, caso a
mentira tenha envolvido ou prejudicado outra pessoa fora da família, ele deve
fazer as reparações necessárias contando a verdade e pedindo desculpas.
Já quando se tratar de uma mentira leve,
típica da idade, a atitude mais sensata dos adultos pode ser deixar passar sem
pressão, de acordo com Monica. “Os pais podem saber que o filho está mentindo,
mas não quer dizer que eles têm de ir atrás da verdade. Tem um momento em que
as pessoas precisam de privacidade, de se opor e se diferenciar. Claro que é
importante estar atento, mas nem sempre para reprimir.”
“Algo como experimentar um cigarro. Faz
parte, é uma época de experimentação, e nem sempre o jovem vai contar para os
pais.” Segundo a psicóloga, pais atentos vão perceber se a mentira está
envolvendo questões mais sérias porque ela será acompanhada de mudanças de
comportamento, como se fechar no quarto, ficar mais introspectivo ou agressivo,
afastando-se da família.
Definição de valores
Um adolescente que mente muito nessa
fase corre o risco de se tornar um indivíduo que busca sempre a saída pela
mentira. ”A adolescência é a fase da construção de personalidade e de uma
hierarquia de valores, o sujeito define quais valores vai levar para a vida
adulta”, afirma Luciana. “Se aprendeu a resolver conflitos por meio da mentira,
pode crescer com esse valor. Essa ideia de que algumas coisas são resolvidas
com maior facilidade se eu mentir, por isso a intervenção dos pais na
adolescência é importante.”
Fonte: UOL MULHER
Atenção, Pais de Alunos com Altas habilidades / Superodotação de Minas Gerais e de outros Estados que puderem comparecer : IX Encontro Internacional sobre Educação de Dotados CEDET – Inclusão Social dos Mais Capazes – Um olhar além da escola
Dia 20 de Setembro
– Sexta Feira
A - Sessão Pré-Encontro
– Minicursos
Local – Unilavras (salas de aulas)
Horário – 8 às 12 horas
Sala 1 – Definição
e medida da inteligência: Os prós e contras dos testes de inteligência –
Leandro S.
Almeida (Universidade do Minho, Portugal)
Sala 2 - Crianças dotadas e talentosas: indicadores de
capacidade sócio-afetiva
Maria Luiza Pontes
de França Freitas – Faculdade Estácio de Sergipe
Sala 3 – Altas
habilidades/superdotação: processos de identificação e avaliação. Identificar É
Preciso - Soraia
Napoleão FREITAS
Horário - 13 às 17 hs
–
Sala 1 – Teoria da
Desintegração Positiva e Sobre-Excitabilidade: contribuições para identificar dotação. Altemir José Gonçalves
Barbosa – UFJF; Juliana Célia de
Oliveira – UFJF
Sala 2 – Plano de Atendimento Educacional Especializado e
Plano Individual de Ensino: instrumentos para a tomada de decisão para a
aceleração de estudos para alunos superdotados - Cristina Maria Carvalho Delou, UFF; Waisenhowerk Melo,
UERJ-UFF; Fernanda Serpa Cardoso, UFF;
Jeane Magalhães Mendonça, FAMATH
Sala 3 – Educandos
talentosos e a duplicidade de necessidades educacionais especiais
Rosemeire
de Araújo Rangni – UFSCar
B - Início dos trabalhos
Local – Unilavras - Auditório Central
14 horas – Inscrições; organização da exposição de Pôsteres.
18 horas - Desvendamento e exposição de pôsteres inscritos
19h00 - Sessão Solene de Abertura
- Apresentação
artística –
- Homenagem Especial Póstuma a amigos do
passado
20h 30 - Conferência – Prof. Zenita Guenther
O CEDET – 20 anos de
vida e experiência educativa
21h00 – Momento Social
DIA 21 de Setembro - Sábado
Unilavras – Auditório
8h30min - Abertura do Encontro –
Apresentação
artística
9 Horas - Conferência
Keynote - Prof. Leandro Almeida, Un
Minho Portugal
“Cultivando
a excelência na vida profissional”
10h 30 - Intervalo
11h a 12 h 30 – Painel - Voluntários marcantes do CEDET
12h30
– Almoço
14 horas – Conferência – Prof. Marcelo Mobarec Hasbún PUC de Chile
"Educación de talentos en
Chile: Lecciones Aprendidas"
15h
30 - Intervalo
16 horas - Painel – Cada CEDET uma historia...
Equipes
Cedet/Assis; CEDET e ASPAT Poços de Caldas;
CEDET / S J do Rio Preto
18 h - Apresentação de
trabalhos inscritos –
Local - Salas de
aula- Unilavras
20 h – Momento Social - “Bem
vindos a Lavras!”
(Praça
da Cidade)
DIA 21 de Setembro - Domingo –
8 hs - Apresentação de
trabalhos inscritos –
Local - Salas de
aula- Unilavras
9 Hs -
Sessão Solene - Inspirando vidas jovens
Local -
Unilavras – Auditório
Conferência – Prof. Cláudio Moura Castro,
Colunista Educacional
Conferência Prof. José Roberto Scolforo,
Magnífico Reitor da UFLA
10;30 Hs - CEDET de Lavras- 20 anos!
Equipe do CEDET de Lavras
12 hs -
Moções e Manifestações
Encerramento
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