Superdotação, Asperger (TEA) e Dupla Excepcionalidade por Claudia Hakim

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Livros para adultos superdotados

 


Livros para adultos superdotados
Porque nem toda leitura acompanha a sua mente.

Adultos com altas habilidades costumam buscar leituras que desafiem o pensamento, ampliem a compreensão da mente humana e provoquem reflexões profundas. Nem todo livro cumpre esse papel. Alguns apenas informam. Outros transformam.

Pensamento, cognição e mente humana
Thinking, Fast and Slow, de Daniel Kahneman
O Andar do Bêbado, de Leonard Mlodinow
A Arte de Pensar Claramente, de Rolf Dobelli
Flow: A Psicologia da Superação, de Mihaly Csikszentmihalyi

Reflexivos e existenciais
A Bright Shining Lie, de Meg Jay
A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera

Clássicos literários com densidade intelectual
O Alienista, de Machado de Assis
Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago
O Nome da Rosa, de Umberto Eco

Distopias inteligentes
1984, de George Orwell
Fahrenheit 451, de Ray Bradbury
O Conto da Aia, de Margaret Atwood
Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley
Nós, de Yevgeny Zamyatin

Narrativa literária envolvente
A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón
O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Zafón
O Clube Dumas, de Arturo Pérez-Reverte

Ficção científica de alto nível intelectual
Duna, de Frank Herbert
Solaris, de Stanisław Lem
A Mão Esquerda da Escuridão, de Ursula K. Le Guin
Foundation, de Isaac Asimov

Se você é adulto superdotado ou convive com alguém com altas habilidades, salve este post, compartilhe com quem aprecia leituras profundas e siga o perfil para conteúdos sérios, fundamentados e alinhados à complexidade da mente humana.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Recebi, com muita honra, o convite da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, em conjunto com a Comissão de Educação e Cultura, para participar como palestrante de uma Audiência Pública no Senado Federal.

 


Recebi, com muita honra, o convite da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, em conjunto com a Comissão de Educação e Cultura, para participar como palestrante de uma Audiência Pública no Senado Federal.

O tema do debate será políticas públicas direcionadas às pessoas com Altas Habilidades ou Superdotação (AH/SD) e com a Dupla Excepcionalidade, assunto que estudo, pesquiso e defendo há 20 anos, tanto na academia,  como pesquisadora e autora de livros na área, quanto na prática profissional.

A audiência pública acontecerá no dia 23 de fevereiro de 2026, a partir das 10 hs, no Senado Federal, em Brasília, com transmissão ao vivo pela TV Senado e pelo canal oficial do Senado no YouTube.

Seguimos firmes no compromisso com a informação qualificada, a responsabilidade técnica e a defesa de políticas públicas sérias, baseadas em evidências e no respeito às pessoas com AH/SD e Dupla Excepcionalidade.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Compensação de falta escolar: o que a lei realmente permite




Você sabia que compensar conteúdo não é o mesmo que abonar falta escolar?

Essa é uma dúvida comum de pais e alunos, e o erro de interpretação pode gerar reprovação por frequência, mesmo quando notas e atividades foram recuperadas.

De forma clara e objetiva: a compensação de ausência escolar serve para recuperar aprendizagem, como provas, trabalhos ou conteúdos perdidos. Porém, na maioria dos casos, a falta continua sendo contabilizada para o percentual mínimo de presença exigido por lei.

📌 Quando a compensação substitui a falta escolar?
A legislação brasileira prevê essa possibilidade apenas em situações específicas, como ausência por motivo religioso ou no caso de estudantes gestantes, conforme leis federais aplicáveis.

📌 Quando não substitui?
Faltas por doença, consultas médicas, viagens ou motivos pessoais permitem recuperação pedagógica, mas não eliminam a ausência no controle de frequência escolar.

💡 Por isso, é essencial que famílias acompanhem a frequência escolar, solicitem registros atualizados e entendam os critérios legais de compensação de faltas adotados pela escola.

Informação jurídica correta protege alunos, evita prejuízos acadêmicos e garante o direito à educação com segurança.

Claudia Hakim
Advogada Especialista em Direito Educacional