Durante a audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em 25/02, sobre inclusão escolar, encerrei minha fala destacando um ponto central que precisa ser enfrentado.
Pessoas com Altas Habilidades e Superdotação existem. Possuem elevado potencial de contribuição científica, acadêmica, cultural e econômica para o país. Ainda assim, continuam invisibilizadas nas políticas públicas educacionais e, muitas vezes, sem atendimento adequado às suas necessidades. Essa realidade não se transforma apenas com boas intenções ou atos administrativos frágeis. É necessária estrutura jurídica sólida. Por isso, defendi a importância da criação de uma lei estadual específica, capaz de garantir: • continuidade das políticas públicas • igualdade de atendimento educacional • segurança jurídica para escolas, famílias e estudantes • justiça educacional para esse público Reconhecer e desenvolver talentos não é privilégio. É investimento no futuro do país. Dra. Claudia Hakim Advogada especialista em Direito Educacional Altas Habilidades | Superdotação | Políticas Públicas | Educação InclusivaO blog traz artigos e informações por uma advogada Especialista em Direito Educacional, Pós-Graduada em Neurociência, Psicologia Aplicada. É palestrante, professora e autora de livros e artigos sobre estes temas. Sócia Fundadora do Instituto 2e. Autora dos Livros: Superdotação e Dupla Excepcionalidade. Ed. Juruá. Como lidar com as Altas Habilidades/Superdotação. Ed. Hogrefe. E-book: Formas de Atendimento e a legislação aplicável aos alunos com Superdotação e a Dupla Excepcionalidade". Eduzz
Superdotação, Asperger (TEA) e Dupla Excepcionalidade por Claudia Hakim
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