Superdotação, Asperger (TEA) e Dupla Excepcionalidade por Claudia Hakim

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terça-feira, 30 de abril de 2013

Aplicativos que podem ser usados no atendimento de crianças com TDAH e Autismo






 


Olá!


Gostaria de compartilhar alguns aplicativos que usei no atendimento de  crianças com Transtorno déficit de atenção/ hiperatividade (TDA/H) e Autismo. Os aplicativos abordam as Atividades de vida diária (AVD), como cortar cabelo, colocar roupa, escovar os dentes, ir ao banheiro, preparar lanche, etc. Na prática, esses aplicativos além de serem muito divertidos, ajudam as crianças a compreenderem as etapas das atividades envolvidas, como desempenhá-las, o porquê de desempenhá-las, etc. Fazendo com que elas generalizem para o dia-a-dia.



Os que usei e indico foram:


-       Toca Hair Salon- esse aplicativo simula a ida a um salão, no qual a criança escolhe um personagem e pode fazer nele o que desejar, cortar o cabelo, pintar o cabelo, secar com toalha e secador, lavar o cabelo, pentear, fazer penteados, etc. No final ainda pode-se tirar um foto de como ficou o resultado final.


-       Hair Xmas- esse aplicativo é bem parecido com o “Toca Hair Salon”, porém com o tema de natal.


-       Pepi Bath Lite- esse  aborda as AVD no banheiro, como: escovar os dentes, lavar a mão, cortar unha, pentear o cabelo, utilizar o vaso sanitário e tomar banho. Além disso, tem a parte de lavar roupa. Outra coisa interessante, é que os personagens são uma menina e um menino.


-       Toca monsters- esse aborda a preparação de refeições. Tem dois personagens (que são monstrinhos), no qual a criança escolhe e prepara a refeição para ele. Tem várias opções de ingredientes.


-       Fairy Tales- esse aborda o vestir e escolha de roupas. Os dois personagens são uma garota e um garoto. Possui uma variedade grande de roupas e acessórios.


Os aplicativos são compatíveis para iPad e iPhone, alguns estão disponíveis de graça na app Store, outros tem a versão de “teste” (que já da para trabalhar bastante) de graça e a versão completa por $1,99. Alguns dos aplicativos também são compatíveis para Andróide.



Espero que ajude a todos.


Abraço,


Alessandra Regina S. A. Aguiar

Acadêmica do 10período de Terapia Ocupacional da UFMG

Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

alessandrareginaa@gmail.com

segunda-feira, 29 de abril de 2013

SALA DE RECURSOS DE ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO EM PONTA GROSSA - PARANÁ




SALA DE RECURSOS – ALTAS HABILIDADES/ SUPERDOTAÇÃO
DE PONTA GROSSA





Profª Ms. Maria Soeli Loss


Contato

As escolas ou até mesmo os pais que notarem que os filhos possuem habilidades especiais devem entrar em contato com o telefone (42) 9907-7004 ou pelo email mariasoeli@seed.pr.gov.br.



Alunos com Altas Habilidades/Superdotação são aqueles que possuem habilidades especiais em uma ou mais áreas do conhecimento. Estes alunos são atendidos em contra-turno na Sala de Recursos, e no caso de Ponta Grossa, esta classe funciona no Colégio Estadual Padre Carlos Zelesny, pois obteve o apoio do Diretor, o Professor Robson José Galdino.



Em nossa cidade o programa de atendimento iniciou suas atividades em Abril de 2009, sendo uma iniciativa do Governo do Estado, fazendo parte do Programa de Educação Especial da Secretaria de Estado da Educação do Paraná- SEED. A Coordenadora do projeto para a nossa região é a Drª Lucita dos Passos, que é Psicóloga do Núcleo Regional de Ensino de Ponta Grossa. A orientadora dos projetos na Sala de Recursos é a Profª Maria Soeli Loss, Pedagoga, Especialista e Mestre em Educação, que é Profª da Rede Estadual de Ensino do Paraná.



A SEED, através do Departamento de Educação Especial desenvolveu esta modalidade de atendimento com o objetivo de descobrir, trabalhar e aproveitar as habilidades especiais dos alunos da rede pública de ensino com a finalidade de voltar os olhos dos outros alunos e também destes para a valorização da educação, dos projetos científicos e dos dons artísticos, fazendo com que toda a comunidade escolar participe, sinta-se motivada e que estes fatos promovam a elevação do nível de conhecimento na comunidade em que os mesmos estão inseridos.



Atualmente, em todo o Estado do Paraná funcionam seis classes nesta modalidade de atendimento. A clientela atendida são provenientes do Ensino Fundamental- séries finais e também do Ensino Médio das Escolas Estaduais do Paraná. A Sala de Recursos que funciona no Colégio Pe. Carlos Zelesny atende alunos das Escolas Estaduais do município de Ponta Grossa.


O aluno ingressa na Sala de Recursos para iniciar uma etapa de avaliações por indicação dos professores do Ensino Regular das Escolas Públicas de Ponta Grossa.



Estes alunos geralmente apresentam Q. I. acima da média. São submetidos a vários testes para avaliação de suas habilidades, como por exemplo: testes de raciocínio lógico, científico, linguístico, sociológico, ambiental, afetivo, intelectual, artístico e conforme o caso, psicológico, através de seções com a Drª Lucita dos Passos, psicóloga do Núcleo Regional de Ensino de Ponta Grossa, Departamento de Educação Especial. Também são realizadas entrevistas com os pais, registros de relatos dos professores das turmas em que o aluno estuda no Ensino Regular e também dos Pedagogos que acompanham estes alunos. Durante alguns meses o aluno é observado nas atividades que desenvolve na Sala de Recursos, então são elaborados relatórios avaliativos e encaminhados para o Núcleo de Ensino- Departamento de Educação Especial, que são analisados para um encaminhamento posterior. Conforme os resultados obtidos, o aluno é indicado ou não a continuar neste programa.



Para o atendimento em contra-turno na Sala de Recursos os alunos são divididos em grupos de acordo com as suas habilidades especiais. Cada grupo desenvolve um projeto de interesse dos integrantes e de preferência, que seja para atender também as necessidades do Colégio. Por exemplo, tem um grupo que desenvolve intitulado: Prevenção da Gravidez na Adolescência. No desenvolvimento do projeto os alunos deste grupo foram visitar o Centro de Atendimento às Adolescentes Grávidas que funciona através Núcleo Regional de Ensino; o Centro de Atendimento à Mulher, que funciona através da Secretaria da Saúde da Prefeitura de Ponta Grossa; entrevistaram médicos, enfermeiras, Coordenadores locais e também realizaram pesquisas, elaboraram textos, produziram slides e atualmente fazem palestras para as turmas do Ensino Regular em parceria com os professores de Ciências.



Paralelo a estas atividades, o grupo também oferece apoio às adolescentes grávidas que estudam no próprio colégio, como por exemplo, conversando, promovendo campanhas para arrecadar roupas e objetos para o bebê, encaminhando-as para o Centro de Atendimento, fazendo visitas e incentivando as mesmas a não largar o estudo, etc.



Outro grupo desenvolve o projeto Jornal Mural. Eles selecionam notícias de jornais, que são importantes para o meio estudantil, montam o painel e deixam em exposição no pátio da escola para que todos os alunos leiam.
A maioria dos alunos selecionados para frequentar a Sala de Recursos para Altas Habilidades/ Superdotação gosta muito de participar das atividades. Infelizmente, existem algumas famílias que ainda não valorizam e não apoiam este trabalho.

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Programa trabalha habilidades de alunos especiais



Segundo Maria Soeli, orientadora do programa, o programa evita que os alunos especiais deixem a escola


O Programa Sala de Recursos – Altas Habilidades e Superdotação foi implantado no Paraná, pela Secretaria Estadual de Educação (SEED) há mais de 10 anos. Em Ponta Grossa, o programa atua desde 2009 com o principal objetivo de descobrir, trabalhar e aproveitar as habilidades especiais dos alunos da rede estadual de ensino. São 18 alunos atendidos, 16 que apresentam altas habilidades e dois superdotados. A sala de recursos atende alunos, de 12 a 17 anos, da rede estadual de ensino.



De acordo com a professora Maria Soeli Loss, orientadora dos projetos desenvolvidos pela Sala de Recursos em Ponta Grossa, com o programa, muitos alunos deixaram de ser excluídos da sociedade. “Os alunos que apresentam altas habilidades ou superdotação, muitas vezes são excluídos da sociedade porque tudo o que é ensinado pelos professores, não os interessa, então eles se isolam”, explica.



A professora conta que através do programa foi possível diagnosticar os alunos especiais e com isso, desenvolver atividades com eles em parceria com as escolas em que estudam. “Tenho um aluno que depois de diagnosticado pulou da quinta para a oitava série e neste ano, com 14 anos irá prestar concurso vestibular”, diz.



Segundo Soeli, se o programa não estivesse sendo desenvolvido em Ponta Grossa, muitos dos alunos que são acompanhados hoje, teriam abandonado a escola algum tempo atrás. “A escola pode não notar que o aluno é especial e sem a devida atenção, ele pode abandonar a escola, porque nada o interessa. Quando adulto, essa pessoa pode ser explorada na sociedade por ser muito inteligente”, explica.



Como diagnosticar


De acordo com a pedagoga, quando os professores notam que determinado aluno é especial, entram em contato com o Departamento de Educação Especial do Núcleo Regional de Educação para que a criança passe por testes de raciocínio lógico, científico, linguístico, sociológico, ambiental, afetivo, intelectual, artístico, além de entrevistas com os pais e professores. Depois disso, elas são encaminhadas para o acompanhamento na Sala de Recursos.

  
“Os alunos são divididos em grupos de acordo com as suas habilidades especiais. Cada grupo desenvolve um projeto de interesse dos integrantes e também dos colégios em que estudam. Trabalhos são desenvolvidos com os temas sobre gravidez na adolescência, importância de reciclar o lixo, entre outras ações”, diz.



Crianças especiais no PR



No Paraná, o programa atua em 20 municípios e atende 554 alunos. “O atendimento especializado é vital para atender as necessidades do conhecimento público e contribui para o ajustamento socioemocional destas crianças e adolescentes. Com o trabalho pedagógico específico, professor especializado, orientação adequada à família e aos professores das salas de aula comum, o retorno desta ação é sempre satisfatório para o desenvolvimento do potencial destes alunos que apresentam altas habilidades ou superdotação”, informa a SEED.



A secretaria afirma que tem o objetivo de implantar o projeto em mais cidades do estado. “Estamos trabalhando para que todos os municípios do Paraná estejam oferecendo serviço de atendimento para alunos especiais”, afirma.


Contato


As escolas ou até mesmo os pais que notarem que os filhos possuem habilidades especiais devem entrar em contato com o telefone (42) 9907-7004 ou pelo email mariasoeli@seed.pr.gov.br.



Com relação à criança superdotada, a pedagoga explica que são crianças privilegiadas na área intelectual. “Elas possuem um Quociente de Inteligência (QI) superior a 130, considerando que o normal é 120. Elas aprendem muito antes aquilo que será ensinado pelo professor e por isso não interagem com outras crianças na escola”, afirma.

sábado, 27 de abril de 2013

O autismo e o Tom




Lindo e comovente vídeo sobre a descoberta do autismo de Tom



Conheça a história do Tom, um menino autista de 3 anos. E saiba quais são os sinais de alerta para o autismo, que atinge 1 em cada 88 crianças. Só com diagnóstico e intervenção precoce essas crianças podem evoluir e terem um futuro.






sexta-feira, 26 de abril de 2013

Por que o diagnóstico precoce de Asperger é tão importante


Extraído do site : http://centrodeartigos.com/saude/artigo-723.html







Quando uma criança é diagnosticada com a síndrome de Asperger, pode ser devastador, mas, se o diagnóstico é feito no início da vida da criança, há muitas coisas que podem ser feitas para melhorar o prognóstico.



Pessoas com síndrome de Asperger não têm muitas das habilidades necessárias para a interação social, tais como a capacidade de ler a linguagem corporal e as expressões faciais e se revezam em uma conversa, o que a maioria das crianças aprendem naturalmente em uma idade precoce. Em crianças, a falta dessas habilidades pode levar à frustração e subsequentes dificuldades comportamentais. Mas embora as crianças Aspergers não aprender estas habilidades, instintivamente, eles podem aprender-los se o direito de ajuda é fornecida. Consequentemente, a detecção precoce é fundamental para ajudar a criança a atingir marcos normais de desenvolvimento.



Os cérebros em desenvolvimento de crianças pequenas têm um elevado grau de plasticidade. Em outras palavras, o cérebro dos jovens estão ligados continuamente para estabelecer novos caminhos neurais como progredir através de estágios de desenvolvimento. Ao fornecer terapia cedo o suficiente, os cuidadores não só pode ajudar a criança a aprender Aspergers as competências adequadas, mas pode realmente permitir-lhe para contornar falhas vias neurais.




O diagnóstico precoce também pode permitir aos pais começar a ajudar seu filho o mais rápido possível. Bebês neurotípicos (que não tem Asperger) começam a aprender as habilidades de comunicação quando eles atraem a atenção por arrulho, sorrindo e fazendo contato com os olhos. No entanto, os bebês Aspergers, que não respondem, não conseguem atrair o estímulo que eles tanto necessitam. Isto pode criar um ciclo vicioso em que o bebê recebe menos estimulação e assim torna-se ainda mais indiferente. Pais conscientes e informados, por outro lado, pode começar a ensinar habilidades de comunicação para seu bebê ativamente obter respostas dele ou dela desde cedo.



Além disso, os pais que recebem um diagnóstico precoce poderá levar tempo para encontrar opções de tratamento adequadas. Eles também serão capazes de obter familiares e cuidadores de lado e envolvidos no tratamento em tempo hábil, para se educar sobre a doença, e espero encontrar o apoio da comunidade para manter seu próprio bem-estar emocional.



O diagnóstico precoce também vai permitir que os pais a identificar as opções de intervenção precoce. Idealmente, a intervenção deve começar durante os anos pré-escolares, e envolver os pais e cuidadores primários. Intervenção deve visar tanto o comportamento e problemas de comunicação, e podem incluir alguns ou todos os seguintes:



Treinamento de habilidades sociais


Terapia cognitivo-comportamental


Terapia ocupacional, que pode incluir terapia de integração sensorial


Terapia da fala


Treinamento de pais


Medicação para a ansiedade ou a depressão



O prognóstico é bom. Uma criança de Asperger que recebe tratamento oportuno e adequado e educação pode fazer um bom progresso. Este progresso pode continuar a ser incentivado pelos pais, que estão envolvidos em seu tratamento da criança e que passam o tempo tanto quanto possível com os seus filhos.
Descrição: http://counter.yadro.ru/hit?t44.1;rhttp%3A//www.facebook.com/;s1366*768*32;uhttp%3A//centrodeartigos.com/saude/artigo-723.html;0.24337317934259772

quarta-feira, 24 de abril de 2013

I Encontro de pais, mães e responsáveis por crianças e jovens com Altas Habilidades/Superdotação de Belo Horzinonte - MG





Pessoal de Belo Horizonte (MG), no próximo dia 04 de maio, às 8h30 hs, será realizado o I Encontro de pais, mães e responsáveis por crianças e jovens com Altas Habilidades/Superdotação.



Local do encontro : Na PUC Minas, 
Rua Dom José Gaspar, 500 - Coração Eucarístico, sala multiuso, prédio 6.